Denilson vê Palmeiras em ascensão e pede cuidado
(Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)
O jeito provocador do meia Valdivia, do Palmeiras, já é assunto no São Paulo antes do clássico deste sábado, às 16h (horário de Brasília), no estádio do Morumbi, pelo Brasileirão. O chileno é definido como um “chato no bom sentido” pelo volante Denilson, que deve ser o responsável por marcá-lo no confronto.
– O Valdivia é um grande jogador. Às vezes um chato, no bom sentido, é claro. Ele gosta de incomodar os adversários com sua qualidade. E não é só ele. Todo do Palmeiras é muito bom. Temos de respeitar, porque é um grande clube, mas temos totais condições de vencer esse jogo – afirmou.
Especificamente contra o São Paulo, o meia palmeirense criou polêmica durante a semifinal do Campeonato Paulista de 2008, em sua primeira passagem pelo clube. Na vitória por 2 a 0 sobre o Tricolor, Valdivia encenou o “chororô” e fez sinais pedindo silêncio aos rivais e gestos indicando que o jogo havia acabado. Ele chegou a tomar um leve tapa no rosto de Rogério Ceni.
Para o Choque-Rei deste fim de semana, São Paulo e Palmeiras vivem situações opostas. Enquanto o time do Morumbi, invicto há três rodadas, luta para entrar no G-4, a equipe do Palestra Itália precisa da vitória para manter seguir sua luta contra o rebaixamento.
Denilson acredita que o contraste entre os times não será um diferencial negativo para o clássico. A bola parada de Marcos Assunção, por exemplo, foi destacada como um fator que pode decidir a partida a favor do Palmeiras, que marcou nove gols nos últimos três jogos: vitórias por 3 a 1 sobre o Figueirense e 3 a 0 sobre a Ponte Preta pelo Brasileirão, além de 3 a 1 sobre o Millonarios, da Colômbia, pela Sul-Americana.
– É sempre prazeroso disputar uma partida como essa. Contra o Palmeiras não deixa de ser clássico. Vai ser um grande jogo, muito disputado. Eles vinham mal, perdendo vários jogos, e, agora que venceram três jogos consecutivos, deram uma engrenadinha – completou.
O Tricolor não perde para o Alviverde no estádio do Morumbi há mais de 10 anos. O último tropeço foi pelo Torneio Rio São Paulo de 2002, 4 a 2. Pelo primeiro turno deste Brasileirão, os rivais ficaram no empate por 1 a 1 na Arena Barueri.
*Rodrigo Faber colaborou sob supervisão de Zé Gonzalez
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