quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Segundo clássico no clube empolga Ney: "A semana vai ser diferente"

A estreia de Ney Franco no comando do São Paulo foi com clássico contra o Palmeiras. Depois daquele empate por 1 a 1 (com um jogador a mais) não comemorado, o treinador se mostra empolgado às vésperas do confronto de domingo, diante do Corinthians.

"Todo clássico é gostoso de se jogar por causa da rivalidade. Faz com que a semana seja diferente", disse, após a classificação para as oitavas de final da Copa Sul-americana com vitória por 2 a 0 sobre o Bahia.

O triunfo de terça-feira foi o sexto dele em 12 jogos pelo clube - teve ainda cinco derrotas e um empate. Em fase de reajustes no time, que tem sofrido com desfalques recorrentes por lesão ou suspensão, ele espera melhorar a média no fim de semana e encerrar o primeiro turno do Campeonato Brasileiro em alta.

"A gente só pensa na vitória, qualquer que seja o adversário que enfrente. Não vai ser diferente agora", atentou Ney Franco, não sem demonstrar respeito ao rival. "É um jogo diferente, à parte do campeonato. Cabe a nós preparar a equipe para fazer um bom jogo", emendou.Será o segundo clássico seguido do Corinthians, que no último fim de semana foi derrotado pelo Santos em jogo polêmico. O clube do Parque São Jorge tem reclamado desde o início da semana de impedimento claro no segundo gol da derrota por 3 a 2. Erro que levou a afastamento quase que imediato do árbitro assistente e preocupa Ney Franco.

"Espero que os profissionais tenham condição de apitar sem interferência dos questionamentos do último jogo, lembrando que todas as equipes já foram prejudicadas e favorecidas por erros de arbitragem no Brasileiro", concluiu o técnico são-paulino, que inicia a preparação para o clássico na tarde desta quarta-feira, no CT da Barra Funda.

Garantido entre os titulares, o meia-atacante Lucas também admite "gostinho diferente" para essa partida. "O espírito é outro, a vontade é outra. A gente quer vencer por se tratar de um grande rival, pelo histórico desse clássico. É como se fosse outro campeonato, de um jogo só. Todos querem jogar. A preparação é muito maior para o jogo", comentou o camisa 7.



Vaia de torcedores não aborrece são paulino Jadson: "Isso faz parte"

Com atuação bem abaixo do costume, tendo errado vários passes principalmente no primeiro tempo, Jadson foi vaiado por parte da torcida do São Paulo ao ser substituído no segundo tempo da vitória por 2 a 0 sobre o Bahia, na terça-feira. Mas pareceu não aborrecido.

"Vou continuar trabalhando. Isso faz parte do futebol. Não é toda vez que as coisas acontecem do jeito que a gente quer. O importante é que tentei ajudar, e vencemos", minimizou o jogador à FOX Sports.

Jadson deixou o campo aos 11 minutos para a entrada de Willian José. Também vaiado recentemente ao perder muitas oportunidades de gol no triunfo sobre o Sport, o atacante fez o primeiro gol do jogo e comemorou levando a mão à orelha, como se pedisse para que falassem dele de novo.

Sem perfil polêmico semelhante, o meia até elogiou a tentativa do clube de contratar o santista Paulo Henrique Ganso, que ameaçaria sua titularidade. "Se vier, vai ajudar muito", comentou o camisa 10, contratado por nove milhões de reais - na negociação com o Shakhtar Donetsk, o São Paulo cedeu ainda 30% dos direitos econômicos do volante Wellington.Uma proposta oficial para tentar contratar Ganso já foi enviada ao Santos. Diante de primeira recusa pública, a diretoria tricolor deve se reunir de novo com os dirigentes do clube alvinegro, que detém 45% dos direitos econômicos do meia. O restante pertence ao DIS, grupo que sempre se mostrou disposto a negociá-lo com outra equipe.

O técnico Ney Franco chegou a dizer, ainda no Morumbi, que utilizaria o jogador já no domingo, diante do Corinthians, caso a negociação tenha desfecho positivo para o São Paulo ainda nesta semana. As conversas, porém, devem se arrastar por mais tempo.



São Paulo 2 x 0 Bahia: tricolor repete placar da ida e se garante nas oitavas

O São Paulo se classificou de maneira tranquila para as oitavas-de-final da Copa Sul-Americana. O time repetiu o placar da ida, 2 a 0, e eliminou o Bahia. Os gols foram marcados por Willian José, que entrou muito bem no segundo tempo, e Maicon.

O tricolor paulista ainda espera o adversário da próxima fase, mas o clube tem jogo importante no próximo final de semana. O time enfrenta o Corinthians, pela 19ª rodada do Brasileirão. O Bahia é eliminado e vai se concentrar no torneio nacional. O time encara o Atlético Goianiense, na próxima rodada.


Muitos erros e poucas chances

Apesar de precisar do resultado, o Bahia não começou partindo para cima e parecia ter muita cautela nas jogadas. O São Paulo também não demonstrava muita vontade e não fazia quase nada, nos primeiros minutos. Somenta a partir dos dez minutos, o time baiano começou a ter mais presença no setor ofensivo.

Aos 11 minutos, Mancini tentou dois chutes de longe e errou o alvo nas duas ocasiões. Porém, quatro minutos depois o meia Lulinha quase abriu o placar. Zé Roberto fez jogada pela direita, entrou na área, dividiu com Paulo Mirando e a bola sobrou para Lulinha, que chutou colocado e quase acertou canto esquerdo de Rogério Ceni.

O São Paulo respondeu dois minutos depois, Cícero recebeu na entrada da área, chutou forte e Marcelo Lomba se esticou para espalmar. Depois desse lance, o jogo virou uma briga de quem errava mais. As duas equipes não conseguiam acertar jogadas e não criavam chances. Lulinha e Zé Roberto eram bem marcados. No tricolor paulista, Lucas errava demais, Jadson não aparecia e Ademilson fazia uma péssima partida. No minuto final, Cortez fez boa jogada pela esquerda e achou Cícero livre na área, porém o meia pegou muito mal na bola e perdeu grande oportunidade. E o primeiro tempo ficou sem gols.

Ney Franco muda e o São Paulo deslancha

As duas equipes voltaram com substituições. O São Paulo tirou Ademilson e colocou Osvaldo. O Bahia entrou com Vander no lugar de Gabriel, que se machucou. Porém, a partida não mudou muito e as duas equipes continuavam a errar demais. Caio Júnior, treinador do Bahia, decidiu colocar Ciro no lugar de Júnior. Mas, foi a mudança de Ney Franco, treinador do tricolor paulista, que mudou o jogo. Willian José entrou no lugar de Jadson e virou referência no ataque.

Aos 17 minutos, Cícero arriscou chute de dentro da área e Lomba defendeu. Mas, três minutos depois saiu o primeiro gol. Willian José recebeu no meio, passou por três marcadores e chutou no cantinho do gol baiano. 1 a 0 e a mão na vaga. Quatro minutos depois, outro gol. Osvaldo recebeu na esquerda, cruzou rasteiro e Maicon completou para dentro do gol.

Com dois gols de vantagem e a vaga garantida, o São Paulo partiu para cima e perdeu boas oportunidades. Aos 28 minutos, Lucas puxou contra-ataque, lançou Paulo Mirando e o zagueiro tentou encobrir Marcelo Lomba, que conseguiu fazer a defesa. Um minuto depois, Willian José recebeu rebote nos pés e, com o gol vazio, chutou em Diones. Aos 33 minutos, Paulo Miranda cruzou rasteiro da direita e Osvaldo tentou de calcanhar, mas Lomba defendeu mais uma.

Com a vaga decidida, o São Paulo ficou tocando a bola e esperando o final da partida, enquanto o Bahia não tinha força e nem vontade para busca o impossível. O time baiano teria que marcar quatro gols, não veio nenhum e o jogo ficou no 2 a 0.



terça-feira, 21 de agosto de 2012

São Paulo devolve o mesmo placar do primeiro jogo e avança na Sul-Americana

LANCEPRESS!
Publicada em 21/08/2012 às 23:06
São Paulo (SP)

Após um sonolento primeiro tempo, o São Paulo despertou na etapa final, derrotou o Bahia por 2 a 0, nesta terça-feira, no Morumbi, e está classificado para a fase de oitavas de final da Copa Sul-Americana.

Transformando "a água em vinho", o Tricolor paulista deixou a má atuação dos primeiros 45 minutos no intervalo e voltou com um futebol vistoso. Com gols de Willian José e Maicon, a equipe está garantida na próxima etapa da competição e ainda mantém viva a alternativa de ir à Libertadores pelo caminho mais curto. Já o Bahia, que está na zona de rebaixamento do Brasileiro, só tem o torneio nacional ao longo do ano.

Etapa inicial sonolenta

Com a vantagem conquistada no primeiro jogo, o São Paulo esperou as ações ofensivas do Bahia. Sem o lateral Douglas, machucado, o técnico Ney Franco optou por escalar a equipe no 4-4-2, com Paulo Miranda pela direita. Já o Tricolor baiano, que necessitava reverter o resultado, atuou somente com o Fahel de volante, três homens no meio e só o Junior na frente. E a opção tática surtiu efeito.

O meia Mancini arriscou chutes de longe distância, saindo do lado direito e partindo em direção ao meio. Contudo, a melhor chance do Bahia saiu dos pés de Lulinha. Caindo pelas costas de Paulo Miranda, o camisa 21 aproveitou a bobeira de Maicon e emendou de direita no canto esquerdo de Ceni. A bola passou rente à trave, mas saiu pela linha de fundo.

O time paulista não conseguia chegar com qualidade na frente. Com dois atacantes flutuantes, Lucas e Ademilson, a zaga baiana conseguia jogar mais adiantada e não se preocupar com o miolo da defesa. Para ajudar nesse defeito, Cícero apareceu mais por ali. E foi dele as duas melhores chances. A primeira, aos 16 minutos, ele chutou com força da entrada da área, obrigando Marcelo Lomba a fazer uma grande defesa. Já no final do primeiro tempo, ele recebeu bom passe da esquerda e, frente a frente com o gol, não conseguiu o domínio, perdendo boa chance.

Monótono, o primeiro tempo terminou sem acréscimos.

Tricolor paulista acorda e joga bem

Na etapa final, as duas equipes mexeram. No Bahia, Vander entrou na vaga de Gabriel, ao passo que Osvaldo deixou Ademilson no vestiário. E a troca no Sampa surtiu efeito. Com Osvaldo bastante incisivo, o time se soltou mais. O atleta deu uma maior mobilidade ao ataque. Cícero arriscou chute de longe, enquanto que Maicon aparecia como homem-supresa na área. A proposta perdurou durante seis minutos.

O Bahia novamente ditou as jogadas ofensivas, mas parou nas deficiências técnicas de seus atletas. Os chutes de longa distância não saíam com a direção correta, acarrentando pouco trabalho para Rogério Ceni.

O técnico Ney Franco, então, para reter mais a bola no ataque, escalou Willian José no lugar de Jadson, que deixou o campo sob vaias da torcida. E a alteração foi imediata. Oito minutos em campo, o artilheiro pegou uma bola da intermediária, limpou o zagueiro e emendou de longe, acertando o ângulo direito de Lomba. Golaço do camisa 19.

O tento animou o Tricolor paulista, desconcertando o seu rival. O Bahia, que necessitava de três gols para avançar, adiantou ainda mais a equipe, deixando espaço pelos lados do cantos. E, em uma dessas jogadas, Osvaldo levou pela direita, tirou Diones da jogada e achou Maicon na área. O meia chutou, a bola desviou na zaga, enganou Lomba e morreu no fundo da rede.

Com o agregado de 4 a 0, o São Paulo ficou solto em campo. Paulo Miranda, que atuou improvisado pelo lado direito, quase marcou um gol de cobertura na sua ex-equipe. Aquela equipe com o futebol pragmático e monótono da primeira etapa deu lugar a um time mais rápido, agressivo e mais aprazível de se ver em campo.

Osvaldo ainda teve tempo de perder um gol cara a cara com Lomba. Tentando um lance de efeito, o atacante deu uma letra. Lomba se esticou todo e conseguiu bloquear outro gol.

Classificado, o São Paulo aguarda o confronto entre Nacional (URU) e Liga de Loja (EQU) para saber quem será o seu adversário nas oitavas de final. O primeiro confronto acontece na cidade de Loja, no próximo dia 28. Já a partida de volta ainda não tem data definida. Com isso, o Tricolor volta as atenções para o Brasileiro, cujo próximo jogo é diante do Corinthians, no Pacaembu, às 16h do próximo domingo. O Bahia, que encabeça a zona de rebaixamento, recebe o Atlético-GO, no mesmo dia, às 18h30.

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO  2 X 0 BAHIA

Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 21/8/2012 - 21h15 (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-DF)
Assistentes: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e Carlos Berkenbrock (Fifa-SC)
Renda/Público: R$ 193.586/10.097 pagantes
Cartões Amarelos: Rafael Toloi; Lulinha
Cartões Vermelhos: -
GOLS: Willian José, aos 19'/2ºT (1-0) e Maicon, aos 24'/2ºT (2-0)

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi (Edson Silva, 25'/2ºT), Rhodolfo e Cortez; Denilson, Maicon, Cícero e Jadson (Willian José, 11'2ºT); Lucas e Ademilson (Osvaldo, intervalo). Técnico: Ney Franco.

BAHIA: Marcelo Lomba; Diones, Titi, Danny Morais e Victor Lemos; Fahel, Mancini, Gabriel (Vander, intervalo), Lulinha e Zé Roberto; Junior (Ciro, 6'2ºT). Técnico: Caio Junior.



São Paulo recusa primeira, mas aceitaria vender Luis Fabiano por R$ 19 mi

Guilherme Palenzuela
Publicada em 21/08/2012 às 18:11
São Paulo (SP)

O São Paulo recusou nesta segunda-feira uma proposta de 5,5 milhões de euros (R$ 13,7 milhões) do Al Rayyan, do Qatar, por Luis Fabiano. A diretoria, no entanto, não descarta a possibilidade de vender o atacante. O presidente Juvenal Juvêncio aceita negociá-lo, mas apenas por valor superior a 7,5 milhões de euros (R$ 18,7 milhões).

A proposta por Luis Fabiano chegou pelo empresário do jogador, o espanhol José Fuentes. No Qatar, os dirigentes do Al Rayyan já davam como certa a transferência. Após a recusa, o agente e a diretoria são-paulina dizem não ter intenção de negociar o atacante, apesar de o clube já fixar o preço exigido, mas acreditam que uma nova investida deve acontecer nos próximos dias. A janela de transferências para o Qatar se encerra na primeira semana de setembro.

Juvenal Juvêncio sabe da importância de Luis Fabiano para o elenco do São Paulo, mas também coloca na balança as altas despesas com salários e as recorrentes lesões do jogador, que o impedem de jogar. O que pesou na cabeça da diretoria para segurá-lo após a proposta de R$ 13,7 milhões foi a venda de Lucas ao PSG, da França, que renderá R$ 81 milhões aos cofres tricolores.

O São Paulo ainda tem três parcelas para pagar ao Sevilla (ESP) pela contratação do jogador, até outubro de 2013. Ele voltou ao clube em março de 2011, contratado por 7,6 milhões de euros (cerca de R$ 17 milhões, na época). Luis Fabiano tem contrato até março de 2015. Em julho deste ano, após a eliminação na semifinal da Copa do Brasil para o Coritiba, o atacante chegou a deixar o futuro em aberto, mas depois disse ter se acertado com a diretoria, e manifestou o desejo de permanecer.



Tricolor tem negativa do Santos por Ganso e prepara contraproposta

Gabriel Saraceni
Publicada em 21/08/2012 às 20:20
São Paulo (SP)

O São Paulo enviou na tarde desta terça-feira uma proposta oficial ao Santos para contratar Paulo Henrique Ganso. No entanto, os valores não agradaram aos santistas que prontamente recusaram. Mas o Tricolor não desistiu e já prepara uma contraproposta pelo meia.

Logo na chegada da delegação são-paulina ao Morumbi para a partida contra o Bahia, pela Sul-Americana, a diretoria avisou:

- Fizemos uma proposta e estamos otimistas - declarou Adalberto Baptista, diretor de futebol do clube.

O Grupo DIS detém 55% dos direitos econômicos do meia. Os outros 45% pertencem ao Santos. A multa rescisória prevista no contrato de Ganso com o Santos para clubes brasileiros é de R$ 53 milhões. Deste valor, o Peixe teria direito a R$ 23,8 milhões. Na segunda-feira, o presidente Juvenal Juvêncio conversou com o mandatário santista, Luis Alvaro Ribeiro, e viu com bons olhos a possibilidade de fazer uma oferta.

O recente histórico de lesões de Ganso não preocupa o Tricolor.

- Nós avaliamos que é um jogador diferenciado em vários aspectos. O São Paulo entende que o jogador pode ser muito útil no desempenho da nossa equipe - analisou João Paulo de Jesus Lopes, vice de futebol.

A princípio, a proposta seria apenas financeira e não envolveria nenhum atleta no negócio.



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