sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Rogério Ceni contradiz a versão do vice-presidente de futebol

LANCEPRESS! - 25/10/2012 - 19:15 São Paulo (SP)

Rogério Ceni e Ney Franco - São Paulo (Foto: Tom Dib)
Rogério Ceni desmente cartola e demonstra a boa relação com Ney (Foto: Tom Dib)

Enquanto explicava a polêmica com Ney Franco, Rogério Ceni deu um discurso em que contraria a versão de João Paulo de Jesus Lopes, vice-presidente de futebol do clube. O dirigente declarou que houve uma reunião logo após a partida, ainda no vestiário do Morumbi. Segundo Ceni, ele não conversou com o treinador na quarta-feira, e só foi saber de toda a polêmica nesta quinta.

- Eu não conversei com o Ney Franco ontem (quarta). Eu não sabia de nada. fiquei sabendo hoje (quinta). Estava na banheira de gelo, me recuperando. Depois fui para casa e minha internet não estava funcionando em casa, por coincidência, e não vi nada - declarou o camisa 01.

Segundo o vice de futebol, Ceni e Ney Franco tiveram uma conversa após a partida diante da Liga de Loja (ECU) e resolveram o caso. Com isso, o dirigente revelou que não punirá o capitão. Além disso, o cartola contemporizou e evidenciou que Ney é quem comanda o time, mas que deve haver ressalva no 'calor do jogo'.

O goleiro-artilheiro declarou que há livre-arbítrio quando o intuito é o de melhorar a equipe e fez questão de elogiar a maneira com a qual o treinador lida com o grupo.

- Internamente, tenho liberdade para falar com quem eu quiser falar, com respeito. Aqui todo mundo quer vencer, ambiente tranquilo. O Ney é uma ótima pessoa, do bem. Ele tem o método de trabalho dele, e agrada a mim e acho que a todos aqui - completou.

Ceni fala de polêmica com Ney Franco



Rogério Ceni minimiza polêmica com Ney Franco e diz que treinador é quem manda

LANCEPRESS! - 25/10/2012 - 18:23 São Paulo (SP)

Rogério Ceni - São Paulo (Foto: Ale Cabral)
Rogério Ceni deu entrevista em tom mais calmo do que Ney Franco (Foto: Ale Cabral)

Depois de toda a polêmica envolvendo Rogério Ceni e Ney Franco, o goleiro do São Paulo deu entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira para pôr um ponto final no assunto. O camisa 01 se esquivou das polêmicas, disse que não considerou nada fora do comum o que aconteceu contra a LDU de Loja (ECU) e afirmou que quem manda no time é o treinador:

- Para mim, não aconteceu absolutamente nada, porque são coisas do jogo. Não tem absolutamente nada. Eu nem prestei atenção. Com relação ao Ney, não tem problema nenhum, uma pessoa que admiro muito, ele é nota 10. Ele faz as alterações, ele é o treinador, ele que escolhe quem entra e quem sai do time.

Questionado sobre como foi o tom da conversa com Ney Franco nesta quinta-feira, o capitão são-paulino deu a seguinte resposta:

- Foi do mesmo jeito que converso todos os dias com ele. Eu me dou superbem com ele, ele é supercalmo e tranquilo. Mesmo que eu quisesse reclamar com ele, eu não conseguiria. Ele reuniu a gente na sala, como sempre faz, falou desse incidente também, que eu nem tinha considerado. Só fui ficar sabendo da repercussão hoje (quinta-feira). Saí do estádio, minha internet em casa não estava funcionando. Fui saber só quando cheguei ao CT.

Durante o empate em 0 a 0 com a LDU de Loja (ECU), Rogério Ceni começou a pedir para o treinador mexer na equipe. De sua meta, o goleiro gritava e fazia diversos sinais para que o comandante alterasse a equipe. O camisa 01 queria a entrada de Cícero, mas o treinador colocou Willian José e reprovou a atitude de Ceni.

Questionado se teria mesmo pedido a entrada de Cícero, Rogério explicou o motivo da substituição que ele faria:

- Eu disse o Cicero porque ele tem ótimo tempo de bola, melhor até do que nossos zagueiros. Achei que eles colocariam muitas bolas na nossa área no fim da partida. A minha opção era ganhar o jogo. A gente nao contava com o Luis Fabiano, e quem estava em campo era o Ademilson. No final do jogo, achei que era importante ter um jogador de bola alta para se defender de possíveis cruzamentos. Eu só comentei de bola aérea porque a gente precisava de algum jogador alto. E depois do jogo, é normal alguma declaração mais forte, porque você está no calor da partida. Eu nem falei com o Ney em campo, eu falei com o Éder (Bastos, auxiliar), porque eu estava muito longe e o Éder estava mais próximo, então nem falei diretamente com ele.



No São Paulo, Paulo Henrique Ganso faz primeiro trabalho com bola

Bruno Quaresma - 25/10/2012 - 16:55 São Paulo (SP)

Ganso - São Paulo (Foto: Eduardo Viana)
Ganso foi apresentado pelo São Paulo diante da torcida, no Morumbi, antes do jogo contra o Cruzeiro, pelo Brasileirão (Foto: Eduardo Viana)

Se nenhum imprevisto acontecer, Paulo Henrique Ganso estreará pelo São Paulo nesta temporada. Na tarde desta quinta-feira, o camisa 8 foi pela primeira vez ao gramado e fez trabalhos com bola.

A atividade aconteceu separadamente do elenco, no pequeno campo que fica no fundo do CT da Barra Funda. O jogador estava acompanhado do fisioterapeuta Betinho, que comandou o treino, que acabou pouco antes das 16h, horário marcado para os trabalhos do restante do grupo.

O meia realizou diversos exercícios diferentes. Betinho posicionou alguns cones no gramado e Ganso fez movimentos laterais e de pequenos saltos. Em um intervalo, o jogador matou a saudade e deu leve finalização para o gol com a perna esquerda, a mesma da coxa lesionada que ainda o impossibilita de retornar aos jogos.

A lesão cicatrizou na semana passada, e Ganso passou a intensificar os treinamentos de reforço muscular. Ele está confiante para estrear ainda este ano e animado com a evolução do tratamento. O próximo passo é começar a trabalhar com os preparadores físicos, o que deve acontecer em algumas semanas.



Dirigente revela conversa entre Ney Franco e Rogério Ceni após o jogo: 'Assunto já foi superado'

LANCEPRESS! - 25/10/2012 - 15:02 São Paulo (SP)

João Paulo de Jesus Lopes - São Paulo (Foto: Miguel Schincariol)
João Paulo de Jesus Lopes minimizou polêmica entre Ney e Ceni (Foto: Miguel Schincariol)

O vice-presidente de futebol do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes, minimizou a polêmica entre Ney Franco e Rogério Ceni. No duelo com a LDU de Loja (ECU), o goleiro pediu para o treinador colocar Cícero durante o jogo, postura que não agradou ao comandante tricolor, que optou por Willian José.

O dirigente revelou que a diretoria não punirá o capitão são-paulino. Segundo ele, Ney Franco e Rogério Ceni conversaram no vestiário logo após a partida e esclareceram o assunto.

- Já atuamos em relação a isso, ainda ontem (quarta-feira_ após o jogo, conversamos com um e com outro. Na nossa visão, o que houve foi mais uma questão de calor do jogo, em que ambos, tanto o treinador como o goleiro, tinham a mesma direção, que é o interesse maior do São Paulo Futebol Clube - minimizou.

E MAIS:
Com Ney Franco, Rogério Ceni repete tentativa de interferência no São Paulo
Quem você colocaria em campo diante da LDU de Loja: Cícero ou Willian José?
Você é a favor dos pedidos de Rogério Ceni por alterações no time?

- Para nós o assunto já está superado. Tanto o treinador como o próprio atleta já conversaram e já fizeram os devidos esclarecimentos. Esse assunto está encerrado no clube - completou o dirigente.

Jesus Lopes também ressaltou que quem manda na equipe é Ney Franco, mas que Rogério Ceni não desrespeitou o treinador.

- O São Paulo sempre respeitou a hierarquia. O comandante do processo sempre é o treinador, e a gente tem que analisar que determinadas situações muitas vezes acontecem em função do calor do jogo, do interesse maior em vencer a partida, e foi isso que ocorreu ontem. Não houve nenhum desrespeito e nenhuma ofença de parte a parte - concluiu.



Muricy dá razão a Ney Franco em atrito com Ceni: 'Também não gostaria'

LANCEPRESS! - 26/10/2012 - 00:15 Santos (SP)

Santos x Náutico - Campeonato Brasileiro - Muricy (Foto: Ivan Storti)
Muricy durante empata contra o Náutico nesta quinta-feira (Foto: Ivan Storti)

Muricy Ramalho e Rogério Ceni trabalharam durante quase quatro anos no São Paulo, mas a relação não impediu que o hoje técnico santista fizesse críticas à maneira como o capitão tricolor entrou em atrito com Ney Franco, atual comandante da equipe do Morumbi.

Nesta quinta-feira, em entrevista coletiva, Muricy comentou o episódio, disse que também não concorda e deu a entender que se fosse com ele a coisa não iria ficar nada boa para Rogério.

Na quarta-feira, no duelo do São Paulo contra a LDU de Loja (EQU), pela Sul-Americana, Rogério e Ney Franco se desentenderam após o goleiro pedir a entrada de Cícero e não ser atendido. Rogério ficou irritado e Ney reprovou a atitude após o embate.

- Também não gosto do que aconteceu, não. Nem durante o jogo, nem no intervalo. Por isso que nesse negócio do diálogo com o jogador, é até certo ponto, porque senão jogador começa a mandar nas coisas. Claro que você precisa ouvir o jogador, perguntar, como ele está achando, o que ele está sentindo, mas nunca perguntar o que faço, pois técnico é para isso - declarou o comandante santista.

- Também não gosto disso, comigo não aconteceu ainda, e se acontecer a resposta vem forte - completou Muricy.

Muricy tomou cuidado para falar do assunto, pois disse que estava assistindo a outra partida no momento da confusão. Ele repetiu algumas vezes que era complicado opinar por não ter visto a cena, limitou-se no início a dizer que viu Ney Franco um pouco irritado nesta quinta, mas depois aceitou se aprofundar quando um repórter explicou a situação.

Em seguida, o técnico foi lembrado de outro exemplo de quebra de hierarquia, agora no próprio Santos. Em 2010, na final do Paulistão, contra o Santo André, o meia Ganso se recusou a ser substituído quando viu que o então técnico Dorival Júnior havia decretado sua saída de campo. Ganso gesticulou dizendo que ia ficar, em cena marcante, e o Peixe acabou campeão com um show do meia, atualmente no Tricolor. Muricy disse que também não aceitaria.

- Se isso acontecer vai ter de jogar com 12 (risos), porque o meu jogador vai entrar... Já avisou o árbitro, assinou, tem de entrar. Hoje o Galhardo queria sair, mas não dava. É complicado porque jogador nenhum quer sair, mas o técnico que tem de ver as coisas - afirmou.

Muricy ainda disse que o técnico não pode dar esse espaço, porque depois é ele quem será cobrado por algum erro.

- É hierarquia, tem de respeitar as decisões do técnico, porque no futebol na hora de pagar a conta é o técnico que vai embora. A não ser alguns que têm contrato longo, os caras mandam embora e acabou. Aí o cara fala "não deveria ter feito isso com o técnico", mas é isso. Não pode ser autoritário, mas treinador é quem determina, dá treino e se não der certo vão mandar ele embora - afirmou Muricy.

O técnico santista disse que nunca teve problema com Rogério Ceni. De 2006 a 2009, eles conquistaram três Campeonatos Brasileiros pelo São Paulo.



La U vence Emelec e enfrenta o São Paulo nas quartas da Sul-Americana

LANCEPRESS! - 26/10/2012 - 00:42 Guayaquil (ECU)

A Universidad de Chile provou, nesta quinta-feira, que é um time chato e copeiro. Depois de empatar em 2 a 2 em Santiago, os chilenos foram a Guayaquil, venceram o Emelec por 1 a 0 e calaram o Estádio George Capwell. A La U enfrentará o São Paulo nas quartas de final da Sul-Americana.

O primeiro tempo foi marcado por gols perdidos. Alguns deles incríveis.

Na segunda etapa, a La U mostrou as garras. Já o time equatoriano, com receio e excesso de cautela foi superado. Gutiérrez roubou a bola da defesa do Emelec e chutou com força e no canto, aos 12 minutos.

Os donos da casa tentaram no abafa, mas não houve jeito de derrubar a defesa chilena.

Em Victoria, o Tigre precisava de três gols de vantagem sobre o Deportivo de Quito para avançar às quartas. E fez mais. Depois de ser derrotado por 2 a 0 no Equador, o Matador foi para cima e bateu o rival por 4 a 0, com três gols nos últimos 15 minutos.

O time argentino enfrentará o Cerro Porteño, que tirou o Colón da competição.



quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ceni minimiza discussão e diz que tem ótima relação com Ney: 'Do bem'

Coletiva Rogério Ceni, São Paulo (Foto: Marcelo Prado / Globoesporte.com)Ceni afirma que não tem nenhum problema com
Ney Franco (Foto: Marcelo Prado/Globoesporte.com)

Um fato de jogo e que ganhou repercussão desnecessária. Foi dessa maneira que o goleiro e capitão Rogério Ceni, do São Paulo, classificou a discussão que teve com o técnico Ney Franco no segundo tempo da partida contra a LDU de Loja, do Equador, quarta-feira, no Morumbi, pela Copa Sul-Americana. O camisa 1 pediu a entrada do meia Cícero e quando o treinador optou pela entrada de Willian José, Ceni mostrou descontentamento e acabou repreendido ainda no gramado.

- Para mim, não aconteceu absolutamente nada, foi coisa do jogo. No futebol, é normal gritar, tudo é longe. Não tem polêmica. Se tivesse qualquer problema, falaria aqui para vocês. Não tenho nada contra o Ney, é uma pessoa nota dez. Ele é o treinador e escolhe quem entra e quem sai. Eu apenas achei que o Cícero seria uma boa alternativa pela força que tem no jogo aéreo. Quando eu estava falando, nem era para o Ney, mas para o Éder (auxiliar-técnico) - afirmou o jogador, durante entrevista coletiva nesta quinta-feira.

O capitão são-paulino fez questão de deixar claro que sua relação com o comandante são-paulino é ótima.

- Ele é um cara do bem, coerente, de fácil convívio e super calmo. Mesmo que quisesse reclamar algo dele, não teria o que falar. Jogo de futebol não é novela, não somos atores, não tem ensaio. Quando se entra em campo, é para resolver, mas o que acontece no jogo fica no jogo - ressaltou.

Rogério disse só ficou sabendo da repercussão que o episódio teve quando se reapresentou para treinar nesta quinta-feira. O goleiro desmente a informação do vice-presidente de futebol do clube, João Paulo de Jesus Lopes. Segundo o dirigente, logo após a partida, houve uma reunião entre o jogador, o técnico e o diretor de futebol Adalberto Baptista.

- Eu fiquei fazendo tratamento após o jogo e fui para casa. Estava sem internet e, por isso, não li nada. Hoje, quando cheguei, é que os assessores me falaram da polêmica que, sinceramente, não acho polêmica. Foi um fato normal de jogo, isso já aconteceu outras vezes, eu sempre procuro dar minha opinião para ajudar.

Para fechar, o camisa 1 revelou que o assunto foi encerrado em uma reunião envolvendo o treinador e o restante do elenco na sala de preleção do CT.

- Falamos sobre o incidente, que eu nem considero incidente, e sobre o jogo contra o Sport. Está tudo certo, existe uma hierarquia e tenho de respeitar. Dentro de campo, quem manda é o técnico. Fora dele, é o presidente e o diretor - finalizou.

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