quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Lucas fala em despedida: "Me emociona"

Perto de sua despedida do morumbi, o meia Lucas, falou emocionado sobre sua despedida. Mesmo focado no desafio diante do Universidade Católia pela Copa Sul-Americana, o jogador não negou a emoção pelo último jogo estar se aproximando:

"Despedida é uma palavra muito forte e ainda faltam alguns jogos. Todo mundo sabe que amo jogar neste clube e falar em sair ainda me emociona", disse o camisa 7.

Lucas só voltaria a jogar no Morumbi em caso de uma final da Sul-Americana contra o Tigre-ARG. No início de dezembro, o estádio receberá o show da cantora Madonna. Apesar disso, Lucas esquece qualquer despedida e mira a classificação para a grande decisão do torneio continental.

"Nossa obrigação é fazer o dever de casa. Estamos bem preparados e focados, vivemos um grande momento, mas é um jogo em que tudo pode acontecer. Temos de fazer um jogo inteligente para sair com essa classificação", completou Lucas.



De volta, Luis Fabiano tem chance de apagar voadora e queda de 2003

Às 21h50 (de Brasília) desta quarta-feira, o São Paulo luta por vaga na final da Copa Sul-americana, diante da Universidad Católica. É a chance de chegar à decisão pela primeira vez e apagar a queda na semifinal de 2003, também no Morumbi. Naquela edição do torneio, o time saiu nos pênaltis para o River Plate depois de pancadaria entre os jogadores dos dois times, nos acréscimos da vitória por 2 a 0.

Quem mais ficou marcado naquela eliminação foi Luis Fabiano. Então aos 23 anos, o atacante acertou uma voadora nas costas de Almada e foi expulso, juntamente com Jean. Pelo lado argentino, o árbitro Jorge Larrionda tirou Barrado e também Pereyra. Outros dois cartões vermelhos haviam sido dados anteriormente para Rico e Ameli, por uma jogada ríspida, mas de jogo, em que deram carrinho ao mesmo tempo.

"Entre bater o pênalti e brigar, eu prefiro ajudar meu companheiro", justificou Luis Fabiano, na ocasião. Ele e Jean bateriam pênaltis, mas foram substituídos na relação do técnico Roberto Rojas por Souza e Lugano, os dois tricolores que errariam as cobranças na derrota por 4 a 2. "Não estou arrependido. Eles provocaram, deram porrada primeiro, e isso não pode acontecer dentro do Morumbi. Você ia deixar um cara entrar na sua casa para te bater?".No dia seguinte, durante participação em um fórum sobre futebol, Carlos Alberto Parreira demonstrou insatisfação com a atitude do artilheiro são-paulino. "O Luis Fabiano continuará sendo prestigiado. Mas a expectativa é de que ele cresça e mude o seu comportamento, que não está se encaixando como um atleta de Seleção Brasileira", avaliou o então treinador do selecionado nacional.

Ao mesmo tempo em que se dizia não arrependido, o atacante entendeu o recado de Parreira e, a fim de realizar o sonho de disputar uma Copa do Mundo, prometeu provar na temporada seguinte que não era rebelde. Titular na conquista da Copa América, ele foi perdendo espaço aos poucos na equipe verde-amarela - não por rebeldia - e, já na Europa, não foi convocado em 2006.

O sonho se realizaria em 2010. Chamado por Dunga para o Mundial da África do Sul, participou da campanha que não foi além das quartas de final. Com a aspiração de voltar a disputar o torneio e ser campeão em 2014, ele acertou seu retorno ao São Paulo na temporada passada. Agora aos 32 anos, ele segue tão goleador quanto antes, mas não menos polêmico. Na quinta-feira passada, estranhou-se em campo com alguns jogadores da Católica no decorrer do empate por 1 a 1, em Santiago.

"Toda vez é a mesma coisa, sempre me perguntam se estou irritado. É meu jeito de ser. Jogo assim dentro e fora de casa. Apenas em um momento eu dei um ''chega pra lá'' no adversário para mostrar que não sou bobo. Mas de maneira nenhuma fiquei irritado. Procurei fazer meu jogo. Só que, sem dúvida nenhuma, não vou levar desaforo para casa", defendeu-se.

O confronto de volta com os chilenos, nesta noite, é uma boa oportunidade de comprovar que não é bobo. Não com troca de empurrões ou voadora. Artilheiro isolado do time no ano e supercampeão no futebol espanhol, o camisa 9 pode fazer seu jogo, balançando a rede para levar o time à inédita decisão e, ainda, apagar a imagem de imaturo de nove anos atrás.



São Paulo joga por 0 a 0 contra Católica para se classificar à final

O primeiro finalista da Copa Sul-americana será conhecido na noite desta quarta-feira, no mais uma vez tomado Morumbi. Para avançar à decisão da competição diante dos mais de 60 mil torcedores esperados, o invicto São Paulo joga por empate sem gol com a Universidad Católica, a partir de 21h50 (de Brasília).

Após o 1 a 1 no confronto de Santiago, o retrospecto como mandante até o momento passa confiança. Qualquer placar das três partidas que fez em casa no torneio seria suficiente para garantir a vaga. Além de vitórias sobre Bahia e Universidad de Chile, na segunda fase e nas quartas de final respectivamente, a equipe brasileira alcançou também justamente um 0 a 0, nas oitavas, contra a LDU de Loja.

Apesar de poder se classificar basicamente se não for vazado, o técnico Ney Franco promete ir para cima. Mesmo como visitante, na quinta-feira passada, o time só não venceu porque desperdiçou diversas chances e cometeu vacilo defensivo na metade do segundo tempo: o zagueiro Rhodolfo fez corte parcial na área e permitiu que Castillo igualasse o marcador."É uma vantagem mínima, (a classificação) está em aberto. Tivemos capacidade para fazer o gol fora de casa e esperamos ter a mesma competência em casa", disse o treinador, que preservou os principais jogadores no fim de semana, quando o São Paulo, já assegurado na próxima edição da Libertadores e cumprindo tabela no Campeonato Brasileiro, visitou a Ponte Preta e não tirou o zero do placar.

Sem nenhum desfalque entre os 25 inscritos na competição, o grupo, ao contrário da véspera das quartas de final, treinou cobranças de pênalti, situação a que será submetido se a Católica devolver 1 a 1 no tempo regulamentar. Assim como no ensaio de penalidades, a imprensa não teve acesso à primeira parte do trabalho de terça-feira.

Ainda assim, a formação treinada por Ney Franco não deverá ter surpresas. Titular no esvaziado compromisso em Campinas, o meia Paulo Henrique Ganso volta ao banco de reservas e provavelmente entrará em campo de novo depois do intervalo. De acordo com a comissão técnica, o planejamento é ter o ex-santista com ritmo de jogo ideal em uma eventual final, na próxima semana, quando teria pela frente o vencedor do duelo entre o colombiano Millionarios e o argentino Tigre.

O favoritismo são-paulino já assustou mais a Católica. Na fase anterior, os brasileiros passaram facilmente pela atual campeã La U, mas não repetiram a façanha na semana passada.

"No jogo de ida, poderíamos ter sido goleados e terminamos com a capacidade de poder ter ganhado. Foi essa a minha sensação e a dos jogadores. E a sensação que temos agora é de que contamos com ferramentas para chegar à final", avalia o técnico uruguaio Martín Lasarte.

"Eles vão tratar de matar o jogo em dez minutos e solucionar o assunto. Temos que ter a dureza mental de não ceder, de sermos capazes de superar a primeira meia hora", acrescentou o comandante rival, que não descarta deixar o clube ao final do ano. A preocupação atual, no entanto, é exclusivamente com a Sul-americana.

Para passar à final, a Católica necessariamente precisa balançar a rede de Rogério Ceni no mínimo uma vez. Meta difícil, já que o goleiro tricolor, antes do gol sofrido em Santiago, havia sido vazado uma única vez. A esperança chilena é Castillo. Autor do tento em Santiago, o atacante de 19 anos, desregrado no início de carreira, é tido atualmente como um grande nome do time.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO X UNIVERSIDAD CATÓLICA

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 28 de novembro de 2012, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Juan Soto (VEN)
Assistentes: Jorge Urrego (VEN) e Carlos Lopez (VEN)

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson e Jadson; Lucas, Osvaldo e Luis Fabiano
Técnico: Ney Franco

UNIVERSIDAD CATÓLICA: Toselli; Álvarez, Andía, Martínez e Parot; Silva, Costa, Ríos e Cordero; Pizarro e Castillo
Técnico: Martín Lasarte



Jadson se diz tranquilo com aumento de concorrência no São Paulo

Acostumado com as contestações de alguns torcedores do São Paulo, o meia Jadson ganhou mais dois motivos para sentir ameaçada a sua vaga entre os titulares: Paulo Henrique Ganso e Cañete. Seus concorrentes deixaram o Reffis e reforçaram o time no monótono empate sem gols com a Ponte Preta, no domingo, ganhando elogios do técnico Ney Franco.

"São dois grandes jogadores", também enalteceu Jadson, dizendo-se tranquilo com o aumento da concorrência no meio-campo. "Todo mundo quer buscar o seu espaço. O Ganso voltou depois de três meses parado e estará melhor no ano que vem. O Cañete também. Será uma briga boa, sem titulares nem reservas", discursou.

O meia lembrou que existe até a (improvável) possibilidade de o trio de armadores jogar junto em 2013, quando o São Paulo não contará mais com Lucas - vendido ao Paris Saint-Germain, da França. "Todos têm qualidade. Já atuei com o Ganso aqui e na Seleção Brasileira. Com o Cañete, ainda não. Mas tudo isso depende dos treinos. Se nós três dermos certo juntos, não há motivos para mudar. Vamos ver. Até a próxima temporada, muita coisa ainda vai rolar", disse.

Jadson sabe que não é visto pelo técnico Ney Franco como o substituto ideal para Lucas, que atua mais aberto e avançado. Teoricamente, o meia não fugirá da disputa de posição com os recuperados Ganso e Cañete.

"O Lucas tem uma característica diferente da minha. É mais rápido. Mas vou continuar trabalhando. Já joguei aberto quando o Leão era o técnico e fiz a minha parte. Estou tranquilo para seguir mostrando o meu futebol", bradou Jadson, com uma expressão serena enquanto Lucas fazia piadas para desconcentrá-lo durante a entrevista.

Argentino supera nervosismo
A partida contra a Ponte Preta foi a primeira de Cañete na temporada. Recuperado de uma cirurgia no joelho, o meia estava entusiasmado para a ''estreia''. "Foi um dia muito nervoso para mim", admitiu. "Mas eu me movimentei bem e não senti nada. Em 2013, vou buscar a minha melhor forma física e um lugar na equipe", vislumbrou. 



Jogadores do São Paulo tentam lidar com favoritismo na semifinal

O meia-atacante Jadson e o zagueiro Rafael Toloi concederam entrevistas descontraídas no CT do São Paulo na tarde desta segunda-feira. Provocados pelos companheiros Lucas e Rafael Toloi, que faziam graça atrás das câmeras de televisão, os jogadores precisaram conter o riso com as brincadeiras. O tom de voz só ficou mais sério quando o assunto era o favoritismo atribuído ao São Paulo na Copa Sul-americana.

Após empatar por 1 a 1 com a Universidad Católica no primeiro jogo da semifinal, a equipe do Morumbi ganhou o direito de avançar à decisão se não sofrer gols do time chileno nesta quarta-feira, em casa. "Falar de favoritismo é meio complicado, mas a gente tem feito por merecer", assentiu Jadson. "Antes do jogo, podem dizer que o São Paulo é o favorito. Mas são 11 contra 11 dentro de campo", advertiu Toloi.

Ambos acreditam que o São Paulo poderia estar em situação ainda mais confortável para decidir a vaga na final. "Foi uma pena a gente ter saído do Chile só com um empate. Era para ter sido, no mínimo, 3 a 1. Mas estamos confiantes e temos tudo para avançar", avisou Jadson. "O goleiro deles fez boas defesas no primeiro jogo. Mas, se repetirmos aquela atuação, conseguiremos nos classificar", concordou Toloi.

Para aumentar a confiança e o favoritismo do São Paulo, o time de Ney Franco tem a seu favor o fato de ainda não ter sofrido gols como mandante na Copa Sul-americana. O bom momento contagiou também os torcedores, que compraram mais de 40.000 ingressos antecipadamente para a partida contra a Universidad Católica.



Central do Mercado: Grêmio procura Montillo, e Roma pode levar Osvaldo

Montillo, meia do Cruzeiro (Foto: Washington Alves / Vipcomm)Montillo, meia do Cruzeiro, é alvo do Grêmio e agita
o mercado (Foto: Washington Alves / Vipcomm)

Entra ano, sai ano, e Montillo segue como alvo no mercado brasileiro. Antes mesmo do fim do Campeonato Brasileiro, o argentino do Cruzeiro já desperta cobiça e, desta vez, é o Grêmio que deve partir com tudo para contratá-lo para 2013, mesmo estando a um passo da renovação com outro meia: Zé Roberto. Já o atacante Osvaldo, do São Paulo, pode ir para o Roma. Seu agente foi à Itália se reunir com a diretoria do time da capital. Estes são dois dos principais destaques da movimentação dos clubes de olho em 2013 que a Central do Mercado do GLOBOESPORTE.COM começou a acompanhar em tempo real a partir desta terça-feira e fará um resumo ao fim de cada noite até o início de janeiro.

Fora de qualquer disputa na competição, o Flamengo também já se planeja. Mesmo sem saber quem será o presidente no próximo triênio, o diretor executivo Zinho quer três reforços de peso. E dois deles podem vir da aproximação com o empresário Carlos Leite, que trabalha com o meia Renato Augusto e com zagueiro Anderson Martins, ex-Vasco e que está no Qatar. Ele foi oferecido. Ao mesmo tempo, o lateral Léo Moura revelou reviravolta em sua renovação e deve ficar até 2014.

Só falta assinar

Satisfeito com Oswaldo de Oliveira, o Botafogo vai confirmar a permanência do treinador por mais uma temporada na sexta-feira. O novo contrato já está com seu advogado. E em breve o zagueiro André Bahia deve acertar para ser o primeiro reforço do Glorioso. Para o setor, o Dória, de 18 anos, desbancou jogadores experientes, como Fábio Ferreira, e se firmou no segundo semestre.

Se o assunto é técnico, Dunga está perto de ser mais um ídolo a comandar o Inter, que coleciona frustrações recentes com Falcão e Fernandão. O ex-volante, que trabalhou na Seleção na Copa de 2010, se reuniu com o vice de futebol, Giovanni Luigi, nesta manhã, e as partes estão otimistas.

Em análise

Considerado o "novo Palermo", Lucas Viatri foi oferecido ao Santos. O atacante do Boca Juniors está sendo analisado pela diretoria, que não confirma negociações em curso para 2013. Já Roger, da Ponte Preta, pode estar a caminho do Santos para ser o centroavante ao lado de Neymar. Ele falou em tom de despedida no último domingo e não deve continuar em Campinas.

No Vasco, o presidente Roberto Dinamite acredita que Juninho não pensa em se transferir para outra equipe brasileira e diz que a renovação está encaminhada após reunião na sexta. Por fim, Barcos cobrou Tirone, mandatário do Palmeiras, e reforçou que seu momento na seleção argentina pode pesar em seu futuro.



Experiente em Mundiais, Rafa Benítez admite: vale mais para sul-americanos

Jejum de cinco rodadas no Campeonato Inglês, vaias logo na estreia, questionamentos sobre Fernando Torres e partida com o Fulham, nesta quarta-feira, no Stamford Bridge. O Mundial de Clubes bate na porta, mas ainda está longe de ser um tema badalado no Chelsea. Faltando nove dias para o pontapé inicial entre Auckland City, da Nova Zelândia, e Sanfrecce Hiroshima, do Japão, Rafa Benítez teve que se preocupar mais em apagar incêndios do que falar da competição, em coletiva, nesta terça, no CT de Cobham, na Grande Londres. Quando falou, porém, foi com propriedade de quem é experiente no assunto.

Rafael Benitez na coletiva do Chelsea (Foto: Reuters)Rafael Benítez na coletiva do Chelsea desta terça-feira (Foto: Reuters)

Campeão com o Inter de Milão, em 2010, ao bater a zebra Mazembe na decisão, e vice comandando o Liverpool cinco anos antes, quando o São Paulo foi vencedor, o espanhol demonstrou conhecimento de causa e surpreendeu ao não ficar em cima do muro ao definir a importância do troféu. Ciente das armadilhas de uma disputa de tiro curto, Benítez mostrou respeito aos possíveis rivais da semifinal, mas deixou claro que o maior adversário será mesmo o Corinthians.

- Nunca podemos dizer que será fácil. Podemos perder o primeiro jogo, que pode ser com o Monterey, que também depende de uma vitória (diante do Ulsan, da Coreia do Sul). Depois, muito provavelmente, teremos pela frente um time brasileiro, e sabemos o quanto essa competição é importante para eles. Para os sul-americanos, é realmente mais importante do que para os europeus.

Rafa Benítez relembrou as duas vezes que disputou a competição e lamentou a falta de sorte na derrota por 1 a 0 diante do São Paulo, com gol do volante Mineiro.

- Foram experiências importantes. Na decisão contra o São Paulo lembro que jogamos bem, criamos oportunidades, tivemos três gols anulados, e acabamos perdendo. Já contra o Mazembe o Inter de Milão realmente era muito mais forte.

Gerrard Liverpool Mundial 2005 (Foto: Getty Images)Gerrard foi vice-campeão com Rafa Benítez e o Liverpool no Mundial de 2005 (Foto: Getty Images)

O novo comandante do Chelsea admitiu ainda não ter em mente uma estratégia para a competição. Com dois jogos em cinco dias, Benítez admitiu que pode mandar a campo equipes diferentes para evitar um desgaste do elenco, que volta à Inglaterra e já enfrenta o Leeds United, pela Copa da Liga, três dias após a decisão do Mundial.

- Podemos pensar muitas vezes que o primeiro jogo é fácil, mas é preciso ter equilíbrio, saber quem vai usar. Todo mundo quer jogar a final, mas são dois jogos em um período muito curto. Não é fácil manter todo o elenco feliz, apesar de uma conquistar resolver tudo.

Além da partida contra o Fulham, nesta quarta, o Chelsea ainda encara o West Ham, sábado, pelo Campeonato Inglês, o Nordsjaelland, da Dinamarca, terça-feira, pela Champions League, e o Sunderland, também pela Premier, dia 8. Logo após o último compromisso, a delegação segue para Newcastle, onde pega voo fretado para o Japão.