quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Direção anuncia calendário de 2013 com 2ª edição do Mundialito em pauta

A temporada 2013 do showbol pode ter uma novidade. Além das quatro competições que fazem parte do calendário da modalidade no Brasil (Carioca, Paulista, Brasileiro e Rio-São Paulo), o ex-zagueiro da seleção brasileira e diretor do evento Ricardo Rocha prevê a disputa da segunda edição do Mundialito neste ano.

Brasil e Argentina no Mundialito de showbol em 2006 (Foto: AFP)Com presença de Maradona, Brasil e Argentina se enfrentaram no Mundialito de 2006 (Foto: AFP)

Foram reservadas cinco datas para a realização do torneio entre países, que aconteceu pela primeira vez em 2006, em Jerez de la Frontera, na Espanha. A intenção da organização é que o campeonato ocorra em junho, logo antes da Copa das Confederações, mas pode ser reagendado para o segundo semestre por falta de disponibilidade dos jogadores.

- Nossa intenção é realizar aqui no Brasil o II Mundialito de Showbol. Tenho mantido contato com algumas seleções da Europa e existe grande chance da realização desta competição. Aproveitaríamos também o momento que o Brasil vive com a proximidade da Copa das Confederações e da Copa do Mundo. Tenho certeza que será um sucesso - acredita Ricardo Rocha.

Em 2006, o Mundialito contou com quatro equipes: Brasil, Argentina, Espanha e Holanda.. Liderada por Djalminha, a seleção brasileira derrotou os anfitriões por 3 a 2 na final e se sagrou campeã.

Para este ano, a organização procura aumentar para seis o número de países. Pela amizade entre os ex-jogadores e Zinedine Zidane, a França pode ser um dos novos times na competição.

Carioca abre temporada e Rio-São Paulo fecha

A primeira competição do ano do showbol no Brasil será o Campeonato Carioca, de 28 de fevereiro a 17 de março. Em sequida vem o Campeonato Paulista, de 23 de maio a 9 de junho. No segundo semestre, haverá o Campeonato Brasileiro, de 29 de agosto a 22 de setembro, e o Torneio Rio-São Paulo será o último torneio, de 7 a 24 de novembro.



Éboli aprova reforços do São Paulo e elogia Timão por segurar campeões

Após um fim de ano sem muitas contratações de jogadores pelos times brasileiros, o comentarista Carlos Eduardo Éboli analisou a chegada de alguns atletas ao clubes nacionais. Para ele, Corinthians e São Paulo fizeram as escolhas mais acertadas ao trazer o zagueiro Lúcio e o meio-campo Renato Augusto, respectivamente.

- Pela experiência e por manter a forma física, o Lúcio pode ser considerado um reforço para a zaga do São Paulo, e o Renato Augusto é um reforço para o Corinthians. Ele chega para brigar com qualidade por uma vaga no meio de campo - analisa.

Na opinião do comentarista, o Timão seria o clube que tem o melhor elenco da temporada, apesar de não ter contratado muitos jogadores. Para ele, o fato de conseguir manter os atletas que conquistaram o título do Mundial de Clubes foi decisivo para o Corinthians.

- O Corinthians já tem um ótimo elenco e manteve seus principais jogadores, talvez esse tenha sido o principal reforço do time, a manutenção do elenco vitorioso.

renato augusto beyer leverkusen (Foto: Agência AFP)Renato Augusto, que estava no Bayer Leverkusen,
vem para reforçar o Corinthians (Foto: Agência AFP)

No entanto, Éboli acredita que nem todas as negociações das outras equipes podem ser consideradas reforços para o ano de 2013.

- A gente tem que refletir sobre o que é reforço e o que é contratação. O Vasco contratou sete jogadores e teve o retorno do Bernardo, mas o time trouxe jogadores que tiveram lampejos na carreira, não tiveram uma afirmação. O São Paulo fez boas contratações pontuais. Além do Lúcio, eu gostei da chegada do Aloísio, que é um bom atacante. O Henrique não deixa de ser uma boa contratação do Botafogo, ele não se firmou como titular no Sport, mas foi o artilheiro do Campeonato Mundial na seleção sub-20. Muitos times estão pensando ainda onde devem contratar, o que eu acho um ponto positivo, para não contratar de qualquer maneira - explica.



Sem gastar com reforços, São Paulo recebe R$ 87,2 milhões por Lucas

Lucas na partida do PSG contra o Lekhwiya (Foto: Reuters)Lucas rendeu R$ 87 mi ao Tricolor  (Foto: Reuters)

A decisão do São Paulo de receber apenas em janeiro o dinheiro da venda de Lucas ao PSG, concretizada em agosto, é motivo de comemoração no clube. Graças à valorização do euro, em vez dos R$ 108,3 milhões iniciais, a transferência será concluída em R$ 116,2 milhões. O Tricolor tem direito a 75% desse valor, equivalente a R$ 87,2 milhões, que cairão de uma só vez nos cofres do Morumbi nesta primeira quinzena de janeiro. Mas se alguém espera que a fortuna fosse investida na contratação de jogadores, está muito enganado.

Os reforços garantidos até agora pelo São Paulo não tiveram altos custos. O zagueiro Lúcio rescindiu seu contrato com o Juventus (ITA). Já o atacante Aloísio teve seu vínculo encerrado com o Figueirense, e também negociou diretamente a diretoria paulista, que ainda recebeu Negueba por empréstimo de um ano. Em troca, cedeu sua parte dos direitos econômicos de Cleber Santana ao Flamengo. Outros dois jogadores próximos também não terão "preço de compra": o atacante Wallyson, livre do Cruzeiro, e o goleiro Renan Ribeiro, em fim de contrato com o Atlético-MG.

Na avaliação da diretoria, o fato de ter uma quantia substancial em caixa não obriga o São Paulo a gastar com novos jogadores. Não há relação direta. O presidente Juvenal Juvêncio vê o elenco praticamente completo para a disputa da próxima temporada e acha que novas aquisições podem até prejudicar o trabalho do técnico Ney Franco. No time que terminou 2012 como titular, atletas importantes como Ganso e Fabrício, por exemplo, não tinham espaço no time.

- Não é porque temos dinheiro que vamos deixar de seguir nossa política. Nunca contratamos ou deixamos de contratar por questões financeiras, o que é obstáculo é nossa política financeira rígida - afirmou o vice-presidente de futebol, João Paulo de Jesus Lopes.

Ganso, treino do São Paulo (Foto: Luis Pires / VipComm)São Paulo desembolsou R$ 16,5 milhões para
contratar Ganso (Foto: Luis Pires / VipComm)

Ao contrário do que ocorreu no início do ano passado, quando a diretoria tinha a intenção de reformular completamente o grupo, dessa vez vê a necessidade de alguns ajustes. No primeiro semestre de 2012, entre as contratações de Jadson, Cortez, Osvaldo e Rafael Toloi, o clube gastou quase R$ 30 milhões. Na última metade do ano, investiu R$ 16,5 milhões para tirar Paulo Henrique Ganso do Santos. O valor foi pago à vista por exigência do Alvinegro.

Por outro lado, um pouco antes, o São Paulo havia recebido R$ 17,9 milhões pelas vendas de Oscar para o Internacional, e depois do clube gaúcho para o Chelsea.

Sem pendências, o dinheiro que virá da França estará à disposição do clube para investir ao longo do ano. O time de futebol, os centros de treinamento, a área social e o Morumbi são destinos possíveis.

- O clube, como um todo, tem um planejamento de despesas e receitas, que entram todas num valor comum, e são distribuídas de acordo com o orçamento. Desde 2004, sempre terminamos o ano com superávit, e em 2012 isso ocorreu novamente, segundo relatório do nosso departamento financeiro. Por outro lado, não temos fins lucrativos, e não é inteligente terminar o ano com um superávit gigantesco, pois isso significa que você deixou de investir. Então, estamos sempre promovendo melhorias - disse o vice-presidente.

Outro temor de Juvenal Juvêncio com muitas contratações é inibir o surgimento de jovens revelados no CT de Cotia. O São Paulo gasta de seis a sete milhões de dólares por ano com a manutenção do local, e não pode tirar espaço dos jogadores das categorias de base. A venda de Lucas e a valorização de Wellington, ambos criados no clube, são exemplos.

A exceção deste início de 2013 deverá ser o chileno Eduardo Vargas. O Tricolor avançou na negociação para contratá-lo por empréstimo do Napoli, e deverá pagar por isso. O clube italiano deseja também que o salário do atacante seja bancado pelos brasileiros. Caso ele realmente seja confirmado, deverá ser o último reforço, ao menos para o início do ano.

Em negócios feitos "de graça", como os de Lúcio e Aloísio, o salário passa a ser a maior fonte de despesas. No caso do zagueiro, como seus direitos pertencem a ele mesmo, o São Paulo acaba diluindo um pagamento maior nos vencimentos mensais. Por isso, não gosta de dizer que contratou os atletas gratuitamente.

Eduardo Vargas na partida do Napoli (Foto: Getty Images)Para contratar Vargas, do Napoli, por empréstimo, São Paulo terá de efetuar pagamento  (Foto: Getty Images)



Ney Franco confirma que Vargas é o alvo para manter São Paulo no 4-3-3

Vargas na partida do Napoli (Foto: AFP)Vargas é o nome desejado por Ney Franco para
manter o São Paulo com três atacantes (Foto: AFP)

Ney Franco não é mesmo chegado a mistérios. Antes da reapresentação do grupo para a pré-temporada, o técnico do São Paulo confirmou que Eduardo Vargas é o nome desejado por ele e a diretoria para preencher a lacuna deixada por Lucas, vendido para o PSG, da França. O chileno, que não obteve sucesso no Napoli após ser negociado pela Universidad, onde fez sucesso, sobretudo na Copa Sul-Americana de 2011, está na mira tricolor há meses.

A chegada de Vargas daria a Ney a possibilidade de manter o esquema campeão da última edição da Sul-Americana, com jogadores velozes nas pontas. Na versão original, Lucas, pela direita, e Osvaldo na esquerda infernizaram os laterais adversários. O comandante vê em Vargas características semelhantes: velocidade e habilidade.

- O nome trabalhado é o do Vargas, é um nome que nós conversamos há muito tempo. Tínhamos ele e o Montillo, mas o Vargas é o nome trabalhado pela forma como eu gosto de armar minhas equipes. Perdemos o Lucas, que me dava a opção de armar no 4-2-3-1, com transformação para o 4-3-3. O Vargas me daria a possibilidade de manter a forma de jogar, espero que a contratação possa ser confirmada - disse o técnico em entrevista à Rádio Transamérica.

O interesse por Montillo esfriou quando o Cruzeiro informou à diretoria são-paulina que o Santos havia feito uma oferta superior ao que Juvenal Juvêncio havia proposto pelo argentino. O São Paulo disse que entendia a opção do clube mineiro pela oferta mais volumosa, mas que não iria aumentar nem um centavo. Vargas passou, então, a ser prioridade no Morumbi.

Uma oferta ao Napoli já foi feita e a resposta positiva pode ser dada nos próximos dias. A negociação está num estágio avançado. O Tricolor gostaria de um período de um ano e meio de empréstimo, enquanto os italianos falavam em apenas um ano.

Caso a chegada de Vargas seja confirmada, Ney Franco terá um dilema em sua escalação. Ele confirmou que Ganso deverá iniciar o ano como titular do São Paulo. Se estiver ao lado de Jadson, o esquema preferido do técnico será modificado para o 4-4-2. O camisa 10, até então, era considerado intocável. Ele foi o líder de assistências da equipe no ano, com 17, e o segundo que mais atuou: 69 jogos, ao lado do zagueiro Rhodolfo.

Por enquanto, o único atacante que pode fazer o papel de Lucas é Negueba, que será apresentado nesta sexta-feira e ficará no Morumbi até o fim de 2013, por empréstimo. Ademilson, utilizado no setor durante o ano passado, está com a seleção brasileira que vai disputar o Sul-Americano Sub-20, na Argentina, e Wallyson, ex-Cruzeiro, deve assinar contrato com o São Paulo nos próximos dias.



Eduardo Vargas escolhe o São Paulo, e acerto fica mais próximo

Eduardo Vargas comemora gol do Napoli (Foto: Getty Images)Eduardo Vargas está muito perto de ser reforço do
São Paulo (Foto: Getty Images)

A intensa disputa pela contratação do chileno Eduardo Vargas está cada vez mais próxima de ser vencida pelo São Paulo. A negociação se arrasta há mais de um mês, e pode ter entrado em seu capítulo final no primeiro dia de 2013, quando o clube formalizou uma proposta que atendia aos interesses do Napoli. A intenção é anunciar a chegada do atacante nos próximos dias. Os italianos gostariam de contratar um substituto antes de sua liberação para abafar a saída de um jovem que custou 12 milhões de euros.

Quem cuida de toda a transação desde o início é Cristián Ogalde, mesmo agente que tratou da venda de Vargas para o Napoli, e quase não aparece na mídia. No fim de novembro, ele visitou o CT do São Paulo, na Barra Funda, e, recebido pelo diretor de futebol Adalberto Baptista, conheceu a estrutura do clube. Gostou do que viu, mas mesmo assim foi também ao Santos. O Alvinegro esteve adiantado nas negociações, mas fez questão de ter o atleta, no mínimo, por um ano e meio. Também propôs ao Napoli um empréstimo sem custos, apenas com o valor do salário.

O Grêmio chegou a Ogalde em um segundo momento, também recebeu o empresário, mas o São Paulo já havia marcado território, e era mais vantajoso financeiramente. O clube paulista, caso feche mesmo o negócio, vai pagar integralmente o salário de Vargas, algo em torno de R$ 240 mil por mês. O presidente Juvenal Juvêncio gostaria de ter concluído a contratação do chileno antes da virada do ano, mas o período, repleto de recessos, atrapalhou.

O técnico Ney Franco confirmou que o nome de Vargas é trabalhado há algum tempo. Já na visita de novembro, Adalberto mostrou a Ogalde a importância que o chileno teria na equipe, taxado de substituto de Lucas, jogador mais caro da história do futebol brasileiro e ídolo da torcida. A presença do São Paulo na Libertadores e a consequente exposição para Jorge Sampaoli, novo técnico da seleção chilena, também foram fatores importantes. Vargas é um velho conhecido do treinador, do tempo em que trabalharam juntos na Universidad e conquistaram o título da Sul-Americana, em 2011. Isso lhe dá grande esperança de disputar a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.

O São Paulo dará início aos treinos da pré-temporada nesta sexta-feira, no CT de Cotia, quando os também atacantes Aloísio e Negueba serão apresentados. O desejo do clube é incorporar Vargas, pouco utilizado no Napoli na última temporada, o mais rapidamente possível ao grupo para que ele não fique defasado fisicamente no início da temporada, quando o time terá o compromisso de passar pelo Bolívar para chegar à fase de grupos da Libertadores.



Estafe de Vargas espera definição de empréstimo até domingo e tem o São Paulo como favorito

Guilherme Palenzuela - 03/01/2013 - 06:30 São Paulo (SP)

Eduardo Vargas (Foto: AFP)
São Paulo está na frente em corrida para contratar Vargas por empréstimo (Foto: AFP)

Os empresários do atacante chileno Eduardo Vargas, do Napoli, esperam selar o empréstimo do jogador ao São Paulo até domingo. Neste momento, só o clube do Morumbi conseguiu agradar as partes envolvidas e avançar na negociação, e é o destino provável.

O São Paulo já concordou em pagar 1 milhão de euros (R$ 2,7 millhões) pelo empréstimo até dezembro. Agora, tenta diminuir a exigência salarial do Napoli. O clube italiano, que investiu 13,5 milhões de euros (R$ 32 milhões, na época) para tirar o jogador da Universidad de Chile há um ano, não quer pagar parte dos salários do jogador enquanto ele esteja emprestado.

Depois de colocada a exigência do Napoli, o São Paulo recusou a hipótese de ter que arcar integralmente com os vencimentos do chileno. Atualmente, Vargas recebe o equivalente a R$ 200 mil mensais. A quantia está dentro do limite do São Paulo, e é semelhante ao que é pago a alguns atletas do time titular. Mesmo assim, o Tricolor negocia para diminuir, pois já investirá para conseguir o empréstimo de um ano.

No Brasil, o Grêmio também fez uma proposta por Vargas e conversa com os empresários do jogador. No entanto, o clube gaúcho ainda não conseguiu satisfazer o Napoli e foi ultrapassado pelo São Paulo durante as negociações no fim de 2012.

Eduardo Vargas chamou a atenção de clubes europeus em 2011, quando atuava pela Universidad de Chile do técnico argentino Jorge Sampaoli. Naquele ano, foi campeão e artilheiro da Copa Sul-Americana e, logo depois, foi vendido ao Napoli.

Na Itália, não atuou no mesmo nível, e deseja vestir outra camisa na próxima temporada. Na semana que vem, o estafe de Vargas virá ao Brasil com a expectativa de realizar o desejo, e a camisa mais provável para o chileno, em 2013, é a do São Paulo.

Críticas na Itália abalaram chileno

Até o mês de setembro, Vargas não tinha o interesse de voltar a jogar na América do Sul. Entretanto, as críticas recebidas no fim de 2012 por parte da torcida do Napoli e da imprensa fizeram com que o chileno reconsiderasse a hipótese.

No Napoli, Vargas teve começo promissor, mas não conseguiu conquistar espaço no time, que vive a tradição de acolher bem os atletas sul-americanos. No fim do ano passado, viveu seu pior momento, e sofreu críticas por não conseguir justificar o investimento feito pelo Napoli, que pagou 13,5 milhões de euros para tirar o artilheiro da Sul-Americana de 2011 da Universidad de Chile.

A principal crítica ao jogador é por não ter conseguido se adaptar à vida e ao estilo de jogo na Itália. Agora, Vargas já considera voltar ao futebol sul-americano para demonstrar seu valor e para não perder espaço na seleção chilena às vésperas da Copa de 2014 no Brasil, agora comandada por seu ex-treinador da La U, Jorge Sampaoli.

O São Paulo procurou Vargas para tentar um empréstimo na janela anterior, em julho, mas teve resposta negativa do atacante.

Estafe de Vargas chega na próxima semana

Já há um representante do estafe de Eduardo Vargas no Brasil, para intermediar as negociações entre São Paulo e Napoli, e ainda para ouvir outros clubes interessados. Na próxima semana, o empresário do jogador, Diego Cativa, chegará ao país e espera selar o negócio.

Neste momento, Cativa está no México, para ouvir sobre o interesse de dois clubes do país em Eduardo Vargas. Após as primeiras reuniões, o São Paulo permanece como o primeiro na corrida para contar com o atacante chileno.

Além do Tricolor Paulista, o Grêmio também chegou a fazer uma proposta pelo jogador, mas por enquanto não conseguiu avançar nas negociações. Flamengo e Vasco chegaram a mostrar interesse, mas nem entraram em conversas com seus empresários e com a diretoria do Napoli.

Entre os empresários do atleta, a expectativa é selar o negócio com o São Paulo até o fim da semana. Os clubes mexicanos não conseguem satisfazer a exigência salarial do Napoli, e nem agradam tanto Vargas como os brasileiros. O Grêmio, maior concorrente do clube do Morumbi, era o destino provável do chileno até a entrada do São Paulo na negociação, e não tem evoluído durante as últimas conversas.



Ney Franco confirma negociação com Vargas e espera chileno para manter esquema

LANCEPRESS! - 03/01/2013 - 07:00 São Paulo (SP)

Eduardo Vargas (Foto: AFP)
Eduardo Vargas é o objetivo do São Paulo após saída de Lucas para o PSG (Foto: AFP)

O técnico são-paulino Ney Franco, que já havia elogiado o atacante chileno Eduardo Vargas, confirmou na noite de quarta-feira que o São Paulo tem encaminhada uma negociação com o atleta do Napoli. Em entrevista à Rádio Transamérica, o técnico disse torcer para que o Tricolor consiga concretizar o negócio, para que possa manter o esquema tático que vinha usando em 2012, com Lucas:

- O nome trabalhado realmente é o Vargas. É o nome que a gente vem conversando há muito tempo. A gente ttinha dois nomes dois nomes, Vargas e Montillo, e o Vargas é o nome que é trabalhado, pela forma como é montada a equipe. É o nome que eu gosto. A gente perdeu o Lucas, que nos dava a opção de armar a equipe no 4-2-3-1 e o Vargas nos daria a possibilidade de manter a forma de jogar. E a gente espera que essa contratação possa ser confirmada - disse Ney Franco.

O São Paulo tem avançado nas negociações com o Napoli e com os empresários de Vargas durante os últimos dias, e lidera a corrida para contar com o chileno em 2013. Agora, o Tricolor tenta diminuir a pedida salarial do clube italiano, que exige que o clube pague 100% dos salários de Vargas, que chegam a R$ 200 mil por mês.

Além do São Paulo, no Brasil o Grêmio também chegou a manifestar interesse pelo atacante, fez uma proposta, mas não conseguiu avançar na negociação. Flamengo e Vasco falaram da vontade de contar com o chileno, mas não fizeram ofertas. Os empresários do jogador passaram o Réveillon no México para ouvir sobre o interesse de dois clubes, mas saíram do país sem conseguir evoluir nas negociações.