terça-feira, 31 de julho de 2012

São Paulo divulga vídeo da preleção de Ceni no Morumbi

LANCEPRESS!
Publicada em 31/07/2012 às 21:06
São Paulo (SP)

No último domingo, Rogério Ceni voltou a atuar pelo São Paulo depois de seis meses em recuperação de lesão no ombro direito. Com a faixa de capitão, foi dele as palavras para incentivar o elenco a dar a volta por cima depois de derrota por 4 a 3 para o Atlético-GO.

Contra o Flamengo, vitória por 4 a 1. A assessoria do Tricolor costuma gravar um vídeo do que acontece no vestiário antes das partidas. Nesta terça-feira, dois dias depois da partida, divulgou o que o camisa 1 falou antes de subir para o campo do Morumbi.

Enquanto esteve lesionado, foi comum ver o camisa 01 nos jogos em casa. Ele fazia questão de conversar com os jogadores, mas não com tanto entusiasmo e participação como foi no domingo.



Com Ceni, Ney Franco relaciona 19 atletas para estreia na Sul-Americana

LANCEPRESS!
Publicada em 31/07/2012 às 15:06
São Paulo (SP)

Com Rogério Ceni confirmado entre os titulares, o técnico Ney Franco relacionou 19 atletas para o jogo contra o Bahia, nesta quarta-feira, em Pituaçu, na estreia das duas equipes na Sul-Americana.

O camisa 01 são-paulino era dúvida em razão de dores no músculo adutor da coxa direita e no ombro direito, sentidas após o jogo contra o Flamengo, no último domingo. Nesta segunda-feira, Ceni só correu em volta do gramado, mas nesta terça treinou, fez defesas e viajará com o grupo para Salvador.

Quem não participará da estreia do Tricolor na competição é o volante Denilson. Com um desconforto muscular, o camisa 15 também só correu em volta do campo do CT nesta terça e não viajará com o grupo. Enquanto isso, o atleta ficará fazendo tratamento no Reffis.

Paulo Assunção, contratado na última janela de transferências pelo São Paulo, ainda não teve sua situação regularizada na CBF e não pode fazer sua estreia pelo clube do Morumbi. O camisa 12 são-paulino só poderá ser inscrito na próxima fase da Sul-Americana.

Cañete (cirurgia no ligamento posterior do joelho direito), Wellington e Fabrício (cirurgia no joelho esquerdo), Osvaldo (estiramento no adutor da coxa esquerda),  Bruno Uvini e Lucas (Seleção Olímpica) seguem desfalcando a equipe de Ney Franco.

Confira a lista de relacionados por Ney Franco:

Goleiros: Denis e Rogério Ceni
Zagueiros: Rafael Toloi, João Filipe, Paulo Miranda e Rhodolfo
Laterais: Lucas Farias, Douglas, Henrique Miranda e Cortez
Meio-campistas: Jadson, Rodrigo Caio, Casemiro Cícero, João Schmidt e Maicon
Atacantes: Luis Fabiano, Ademilson e Willian José



Em 90 dias, arquibancada do Morumbi deve estar toda vermelha

Bruno Quaresma
Publicada em 31/07/2012 às 20:18
São Paulo (SP)

Em cerca de 90 dias, o Morumbi deve estar de cara nova. Enquanto aguarda o alvará para iniciar a cobertura do estádio, a diretoria vai fazendo pequenas obras de modernização. A expectativa é de que, em três meses, todo o anel superior esteja com cadeiras vermelhas.

Hoje, existem setores azul, amarelo e laranja, além de um tricolor. Todos os assentos serão trocados pelos de cor vermelha. Os novos terão encosto, diferentemente dos que estão atualmente no local.

Cada cadeira nova custou cerca de R$ 60. A capacidade do anel superior é de mais de 30 mil lugares.

Visando as obras da cobertura, o clube tem feito sondagens no solo do estádio. Algo que ainda não é caracterizado como obra, já que o São Paulo ainda não recebeu o alvará.

A prefeitura emitiu ao clube o comunique-se (documento que pede diversas exigências a serem cumpridas antes da entrega do alvará). Diversas reuniões têm acontecido em órgãos da prefeitura para debater questões técnicas do projeto.

O Tricolor tem o projeto de cobrir o Morumbi e criar uma arena para shows atrás do gol de entrada, com capacidade para 25 mil pessoas e pode receber apresentações menores.



Após treino com bola, Wellington pode voltar ao time até o fim do mês

Wellington treino São Paulo (Foto: Reprodução)Wellington recebe orientações do preparador físico
(Foto: Marcelo Prado / Globoesporte.com)

Enquanto os titulares trabalharam no CT da Barra Funda nesta terça-feira de olho na partida contra o Bahia, pela Copa Sul-Americana, o volante Wellington cumpriu mais um dia de sua recuperação. Afastado desde o final de fevereiro, quando sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, o meio-campista participou de uma atividade à parte com o preparador físico Sérgio Rocha e cumpre as últimas etapas antes de retornar ao time do São Paulo.

Durante aproximadamente uma hora e meia, o atleta correu, pulou, chutou e mostrou que sua volta está cada vez mais próxima. Em rápida conversa, o integrante da comissão técnica elogiou o desempenho do jogador.

– Ele está muito, fazendo tudo que lhe é pedido. É normal ele cansar um pouco nesta etapa, afinal daqui ele será liberado para treinar normalmente com os companheiros. Do ponto de vista clínico, precisamos esperar completar os seis meses de recuperação e isso ocorrerá no dia 20. Mas ele logo estará de volta para ajudar o São Paulo – afirmou Sérgio Rocha.

Ao passar pela sala de imprensa, Wellington mostrou cansaço, o que é absolutamente normal para esse estágio de recuperação.

– Me sinto feliz, muito bem. Já estou batendo na bola e isso é uma alegria muito grande. Hoje estou cansado, afinal pegaram pesado no campo. Mas faz parte, tem de ser dessa maneira. Logo estarei pronto – disse o atleta, confiante.

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Wellington treino São Paulo (Foto: Marcelo Prado / Globoesporte.com)Wellington treina no CT da Barra Funda nesta terça-feira (Foto: Marcelo Prado / Globoesporte.com)



Ex-Santos, São Paulo e Corinthians, Alfredo Ramos morre aos 87 anos

Ex-jogador Alfredo Ramos (Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net)O ex-jogador Alfredo Ramos (Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net)

Morreu na manhã desta terça-feira, em sua residência, em São Paulo, o ex-lateral-esquerdo Alfredo Ramos de Oliveira. Ele estava com 87 anos e foi vítima de infarto agudo do miocárdio.

O corpo de Alfredo Ramos será velado a partir das 17h desta terça-feira, no Cemitério Congonhas, no Jardim Marajoara, em São Paulo, e será enterrado quarta-feira, 1º, às 10h, no mesmo local. 

Alfredo Ramos começou a carreira no Santos, mas foi no São Paulo que se destacou - defendeu o clube do Morumbi entre 1950 e 57. Chegou à seleção brasileira e participou da Copa do Mundo de 1954, na Suíça. Encerrou a carreira no Corinthians, em 1959.

ex-jogador Alfredo Ramos (Foto: Reprodução / São Paulofc.net)O ex-jogador Alfredo Ramos, com a camisa do Tricolor (Foto: Reprodução / São Paulofc.net)



Em nome do amor, Cicinho supera problemas com o alcoolismo

 Se a tranquilidade tivesse que escolher uma capital em São Paulo, Pradopólis seria um das favoritas à vaga. A 336 quilômetros da capital paulista, a cidadezinha de dezessete mil habitantes se orgulha de ter a vida simples como patrimônio. Mas um pradopolense, por muito tempo, escolheu a agitação como meio de vida e quase comprometeu uma carreira vitoriosa com isso. O sucesso veio na velocidade de um cometa na vida de Cícero João, o Cicinho.

Em menos de seis anos, o garoto revelado pelo Botafogo-SP chegava ao estrelato: titular da Seleção Brasileira e do 'galático' Real Madrid. A trajetória vencedora agiu como uma cortina escondendo os problemas que perseguiram o jogador até pouco: o alcoolismo. Vício que fez Cicinho pensar em largar o futebol. O lateral do Sport conversou com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM  e falou sobre a realação com a bebida e como encontrou forças para superar o drama.

- Eu me deixei levar pela fama, o sucesso. Deixei o dinheiro subir para minha cabeça e me achava capaz de tudo. Passei dos limites.

Babilônia mineira

Do Botafogo-SP, Cicinho se transferiu para o Atlético-MG, onde chegou com a missão de substituir Mancini. Foi bem em campo, mas vacilou fora dele e acabou sendo emprestado ao Botafogo-RJ.

- Eu só queria andar com os jogadores mais velhos e me lembro que o presidente (Alexandre Kalil) me dizia: vai sair com os mais velhos? Garoto,se liga senão eu vou colocar você para fora’.

A mudança para Belo Horizonte trouxe um turbilhão de novidades à vida de Cicinho.
A popularidade, o dinheiro, deram ao jogador o falso poder de achar que era capaz de tudo.

- Eu ganhava R$ 800 no Botafogo-SP e fui para o Atlético-MG para ganhar R$ 7.800.
Eu achava que estava rico e pegava R$ 1.000 e mandava para os meus pais e o resto do dinheiro eu torrava em balada e festa.

No clube mineiro, também teve problemas com o então técnico Levir Culpi. Depois de uma passagem apagada pelo Botafogo, voltou ao Galo e reencontrou o bom futebol, mas após uma briga na justiça com o clube mineiro, se transferiu para o São Paulo.

Do Tricolor à amarelinha

No São Paulo, Cicinho brilhou. Conquistou o Paulista, a Libertadores e o Mundial, em 2005. O tricolor foi uma ponte para a Seleção, onde foi campeão da Copa das Confederações em 2005 e no seguinte fez parte do grupo que disputou o Mundial da Alemanha. Com a amarelinha foram 15 jogos, um gol marcado e o sentimento que poderia ter feito ainda mais, se não fosse o gosto pela bebida.

- Se eu tivesse sido profissional, eu estaria brigando para ir à Seleção, mas não quis brigar por isso e entreguei de mãos beijadas a vaga.

Ego galático

A conquista do Mundial pelo São Paulo e da Copa das Confederações pelo Brasil crendeciaram Cicinho a se transferir para o Real Madrid, que tinha no elenco astros como Beckham, Ronaldo, Roberto Carlos e Zinedine Zidane. Cicinho vinha bem no Real até sofrer uma séria lesão no joelho, que o afastou dos gramados por seis meses. A chegada a um dos maiores clubes do planeta inflou o ego do jogador, que se sentiu ainda mais 'dono do mundo'.

- Quando o avião subiu para Madrid, minha cabeça foi junto, o sucesso subiu igual a um foguete. Eu queria ser dono de tudo. Por exemplo, eu chegava numa choperia e mandava o cara abrir para mim dizendo que eu ía beber tudo lá.

Após voltar da cirurgia, Cicinho acabou perdendo espaço no Real e foi vendido a Roma da Itália, onde passou a receber um salário maior do que tinha no clube merengue. Na Itália, Cicinho teve a companhia de Adriano, mas garante não ter compartilhado os excessos fora de campo com o atacante.

Adriano Cicinho Roma (Foto: AFP)Adriano e Cicinho na Roma, mas não fizeram 'tabela' fora de campo (Foto: AFP)

A passagem pela Itália foi longa (quase cinco anos), mas não muito proveitosa. Esteve em campo em 72 partidas, marcando três gols, mas voltou a viver um novo drama na carreira, ao ter que operar o joelho direito pela segunda vez em menos de dois anos. Diferentemente da primeira lesão, Cicinho não se dedicou na recuperação e voltou aos gramados um ano depois.

- Aquela lesão mexeu com a minha cabeça. Eu senti o baque. Fui fazer minha recuperação na minha cidade (Pradopólis) e ia para a fisioterapia pela manhã, à tarde e logo depois emendava num churrasco - lembra.

Sofrimento da família

Já cheguei ao ponto de, no melhor hotel da minha cidade, o cara lá fazendo o meu check-in , às três da manhã, e eu fazendo xixi no saguão do hotel"

Cicinho

Mesmo com o filho conhecendo os luxos proporcionados pelo futebol, Dona Dirce e Seu Cláudio, pais do lateral, mantiveram a vida tranquila em Pradopólis. Nas férias, Cicinho sempre visitava os pais. Presente no espaço, mas distante no carinho.

- Eu fazia da casa dos meus pais um ambiente para as minhas festas. Lembro que minha mãe fez um aniversário e eu chamei um monte de amigos meus. Havia umas 200 pessoas na festa e minha mãe não conhecia metade daquela gente. 

Mesmo em sua cidade natal, convivendo com as pessoas que o conheciam desde a infância, Cicinho continuava desrespeitando os limites.

- Já cheguei ao ponto de, no melhor hotel da minha cidade, o cara lá fazendo o meu check-in , às três da manhã, e eu fazendo xixi no saguão do hotel - se recorda com um sorriso amarelo no rosto.

A bebida distanciou Cicinho também do filho Heitor, hoje com cinco anos. Cicinho carrega no braço direito o nome do primogênito tatuado e por muito tempo esse foi o contato mais próximo que permanecia com ele.

- Eu tentava 'comprar' o amor do meu filho com presentes. Ele me chamava para jogar bola e eu falava que tava jogando baralho, tomando uma cerveja. Eu deixei muito a desejar com meus pais e meu filho.

A profecia do pastor

O mesmo roteito do Real Madrid se repetiu na Roma. Cicinho começou bem pelo clube italiano, mas caiu de rendimento e em 2010 chegou a ser emprestado para o São Paulo. De volta à velha casa, o lateral não apresentou nem uma vaga lembrança do futebol da primeira passagem.

- Eu faltei com o São Paulo na minha segunda passagem. Queria nada com nada.

Cicinho encara a marcação do Atlético-GO (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Cicinho em ação com a camisa do Sport (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)

Cumpriu o contrato de empréstimo e voltou para a Roma, onde perdeu espaço e acabou novamente emprestado ao Villareal da Espanha, onde esteve em campo em apenas sete jogos até voltar para a Itália. Entregue ao alcoolismo e sem perspectivas de futuro, Cicinho pensou em largar o futebol. Evangélico, foi para um congresso em Manaus, quando ouviu de um pastor uma vontade, que mais tarde se transformaria numa 'profecia'.

- Havia uma pastor aqui do Recife chamado Daniel,  que orou por mim e disse que eu iria voltar a jogar futebol no Sport. Dias depois, o pessoal aqui do clube entrou em contato comigo.

Resgatado por Marri

Cicinho e Marri (Foto: Tiago Medeiros/Globoesporte.com)Cicinho e Marri estã juntos há pouco tempo
(Foto: Tiago Medeiros/Globoesporte.com)

Os tempos de Roma não foram de todo ruim para Cicinho. Na capital italiana, por intermédio de amigos em comum, ele conheceu a estudante Marri. Os olhos castanhos e os cabelos loiros da jovem goiana encantaram Cicinho, que era um desconhecido para ela, que nunca gostou de futebol. A paquera no inicio não deu certo e os dois só voltaram a se reencontrar quando o jogador voltou da passagem pela Espanha, em agosto do ano passado.

A amizade permaneceu e depois de resistir bastante, Marri cedeu aos flertes de Cicinho. O namoro começou e a desconfiança veio a reboque.

- Eu passei um 'bocado' com ele também. Quando nos reencontramos, ele estava numa das piores fases, bebia todos os dias e as pessoas vinham até a mim e diziam que ele estava aprontando e eu falava meu Deus, eu não estou com esse garoto para ser traída - recorda.

Em Marri, Cicinho encontrou o caminho para largar a bebida, mas redescobriu uma paixão antiga: o futebol. Os dois se casaram em junho deste ano e dias depois o jogador assinava contrato com o Sport. Felizes, os dois curtem a Lua de Mel no Recife.

- O amor que ela sente por mim, que eu sinto por ela, fez com que eu retomasse o amor que eu sinto pela minha vida e assim eu percebi que eu não posso desperdiçar o que Deus me deu, o don de jogar futebol. Estou muito feliz no Sport, num clube que me acolheu, numa cidade maravilhosa e quero fazer história aqui como o Magrão, que é um ídolo do clube  - diz, Cicinho.

- O Cicinho representa o amor para mim e o amor é a base, a função de tudo. Ele pode contar copmigo pro que der vier - garante Marri

Aos trinta e dois anos, Cicinho é titular do Sport, está livre do álcool,se reaproximou do filho, já pensa em encomendar outro, e tem curtido o 'dia' do Recife ao lado de sua 'salvadora'. Na vitória do amor, Cicinho também  saiu vencedor.

Marri e Cicinho (Foto: Tiago Medeiros/Globoesporte.com)Marri e Cicinho na paria de Boa Viagem, no Recife (Foto: Tiago Medeiros/Globoesporte.com)



São Paulo viaja para estreia contra o Bahia com problemas defensivos

Rogério Ceni (Foto: Luiz Pires / VIPCOMM)Rogério treina normalmente, supera dores e vai para
o jogo (Foto: Luiz Pires / VIPCOMM)

O técnico Ney Franco relacionou 19 jogadores para a estreia do São Paulo na Copa Sul-Americana, nesta quarta-feira, às 21h50m (horário de Brasilia), contra o Bahia, no Estádio Pituaçu, em Salvador. O setor de marcação, maior preocupação do comandante desde que assumiu a equipe, estará desfalcado na capital baiana. Os volantes Paulo Assunção e Denilson não estão entre os jogadores que viajarão a Salvador.

O primeiro, contratado há dez dias do Atlético de Madrid, ainda não teve sua documentação regularizada e, caso isso não ocorra até antes da estreia, também não poderá disputar o jogo da volta, dia 21, no Morumbi. Já Denilson, que era capitão da equipe antes dos retornos de Rogério Ceni e Luis Fabiano, sentiu dores musculares e foi vetado.

Quem está confirmado é o goleiro Rogério Ceni. Apesar das dores que sentiu durante a goleada por 4 a 1 sobre o Flamengo, em seu retorno aos gramados depois de seis meses de recuperação de uma cirurgia no ombro direito, além de quase dois meses de férias, ele treinou sem limitações e está confirmado.

O São Paulo ainda não divulgou quem serão os 25 jogadores inscritos na competição. Para a estreia, estarão à disposição de Ney Franco os seguintes atletas:

Goleiros: Rogério Ceni e Denis
Zagueiros: Rafael Toloi, João Filipe, Rhodolfo e Paulo Miranda
Laterais: Douglas, Cortez, Lucas Farias e Henrique Miranda
Meio-campistas: Rodrigo Caio, Maicon, Jadson, Casemiro, Cícero e João Schmidt
Atacantes: Luis Fabiano, Ademilson e Willian José

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