domingo, 16 de dezembro de 2012

Lúcio acerta sua rescisão com a Juventus

Segundo o jornal italiano 'La Stampa', o zagueiro brasileiro Lúcio não joga mais na Juventus. O jogador teria devolvido o carro que o clube lhe dera e estaria perto de regressar ao futebol brasileiro.

Com vistas na Libertadores 2013, o São Paulo já se adiantou e negocia com o zagueiro pentacampeão do Mundo em 2002. Aos 34 anos, Lúcio se mantém em boa forma e deseja retornar ao Brasil, tendo negociado sua saída do clube italiano sem custos.



Osvaldo reúne amigos, ex-jogadores e artistas em amistoso no PV

O atacante do São Paulo, Osvaldo, aproveitou as férias e reuniu os amigos para um amistoso, no PV, neste domingo (16). Às 9h30, estrelas do futebol, do humor e da música marcaram presença no Estádio fizeram a festa da torcida, que compareceu em massa ao evento.

Amistoso Osvaldo Ganso (Foto: Natinho Rodrigues/Agência Diário)Amistoso organizado por Osvaldo teve participação de Ganso (Foto: Natinho Rodrigues/Agência Diário)

Osvaldo, que marcou um gol, afirmou que sempre teve vontade de unir os amigos em um jogo beneficente para ajudar as pessoas necessitadas e divertir o público com um bom espetáculo.

- Estou feliz, realizado. Fizemos uma parceria com o Sindicato dos Atletas e esperamos que o público assista a um bom espetáculo - pontuou.

Do São Paulo, Osvaldo trouxe os companheiros Paulo Henrique Ganso, Jadson e o técnico Ney Franco. Jogadores que atuam ou já atuaram em clubes locais participaram, como os alvinegros Fernando Henrique, Michel e Eusébio. Ex-atletas como Bechara, Cleisson e Marcos Gaúcho também marcaram presença. Artistas como Adamastor Pitaco e Zé Modesto também jogaram no PV.

O meia Paulo Henrique Ganso brincou e disse que não usaria toda a habilidade no jogo beneficente.

- O mais importante, hoje, é ajudar as pessoas que precisam. Tem que usar (a habilidade) só para a brincadeira - afirmou.

O atacante Osvaldo lembrou que sempre teve uma boa regularidade no PV e espera voltar para encerrar a carreira no Estado. O amistoso terminou empatado, em 4 a 4. Para entrar, bastava trazer dois quilos de alimentos não-perecíveis.



Com São Paulo de olho, Lúcio acerta saída do Juventus, diz jornal italiano

O zagueiro Lúcio está livre para voltar ao Brasil. Especulado no São Paulo, o veterano defensor acertou sua saída do Juventus no sábado, de acordo com o jornal “La Stampa”, e até devolveu o carro que recebeu do clube quando foi contratado, em agosto.

Pouco utilizado pelo técnico Antonio Conte – foram apenas quatro jogos, e somente um no Campeonato Italiano -, Lúcio já não treinará mais com o elenco e deve retornar ao Brasil para definir o seu futuro. Ele chegou no início da temporada europeia a custo zero, após deixar o Inter de Milão, e era visto como um reforço de peso, mas não convenceu em suas primeiras atuações e, aos poucos, foi deixado de lado.

Lucio Juventus (Foto: Getty Images)Lúcio teve poucas oportunidades no Juventus e pode voltar ao Brasil (Foto: Getty Images)

Agora, resta saber qual será o destino de Lúcio. Recentemente, o São Paulo foi especulado, embora o zagueiro já tenha afirmado que gostaria de voltar a jogar na Alemanha, onde o Wolfsburg surge como principal candidato. De uma forma de outra, quem estiver interessado no jogador terá de desembolsar uma boa quantia: apesar de sair de graça do Juventus, o defensor tem um salário de € 3,5 milhões (o equivalente a R$ 9,6 milhões) anuais.

O Juventus, por sua vez, já pensa num substituto para Lúcio. E pode contratar outro brasileiro. Trata-se do zagueiro Neto, do Siena, que, segundo o “La Stampa”, vem sendo observado pelo diretor Giuseppe Marotta.


 



Ainda magoado com Leão, Osvaldo festeja título e sonha com Seleção

Primeiro ano, primeiro título, metas alcançadas. A temporada 2012 não poderia ter sido melhor para o atacante Osvaldo. Contratado em fevereiro pelo São Paulo, por R$ 4,6 milhões, o cearense de 25 anos precisou ter paciência para não perder a cabeça com a indiferença que recebia do ex-técnico Emerson Leão, que não simpatizava com o seu futebol. Em alguns treinos, o baixinho não integrava sequer o time reserva. Fora da relação em algumas partidas, foi preciso muita conversa com os companheiros e com membros da diretoria para seguir trabalhando sem perder o ânimo.

Osvaldo mostra a medalha de campeão da Copa Sul-Americana (Foto: Marcelo Prado / GLOBOESPORTE.COM)Osvaldo mostra a medalha de campeão da Copa Sul-Americana (Foto: Marcelo Prado / GLOBOESPORTE.COM)

Tudo começou a mudar com a chegada de Ney Franco. O treinador adotou um esquema tático bastante ofensivo, com dois pontas abertos, e isso deu a chance que o jogador precisava para mostrar serviço. Logo, as boas atuações e os gols apareceram. Foi decisivo em jogos importantes, como na vitória sobre o Vasco, em São Januário, e no triunfo sobre o Cruzeiro, no estádio do Morumbi, ambos pelo Brasileirão. Na Copa Sul-Americana, coroou sua temporada marcando um dos gols da vitória por 2 a 0 sobre o Tigre, resultado que garantiu o inédito título para o Tricolor. Com a medalha no peito, o jogador ainda comemora.

- Foi um ano maravilhoso. Contra o Tigre, fiz um gol mais importante da minha carreira. É incrível você marcar em uma final de campeonato, com quase 70 mil pessoas no estádio e com a partida sendo transmitida para 70 países. Foi o meu primeiro título internacional e agora eu quero mais - afirmou o jogador.

Curtindo o bom momento, Osvaldo concedeu entrevista ao GLOBOESPORTE.COM em duas partes. A primeira, em sua casa, em São Paulo. A segunda, em Fortaleza, onde passa férias. O atacante abordou vários assuntos. Por mais que tenha tentado ser diplomático nas declarações, não conseguiu esconder a mágoa que sente de Leão. Fez vários elogios a Ney Franco, se esquivou ao falar sobre o interesse do Roma, da Itália, no seu futebol e ainda falou sobre o sonho de um dia vestir a camisa da seleção brasileira.

A seguir, os principais lances do bate papo com Osvaldo.
 

osvaldo são paulo treino (Foto: Luis Pires / VipComm)Osvaldo só conseguiu emplacar após a saída de 
Leão (Foto: Luis Pires / VipComm)

GLOBOESPORTE.COM - Você saiu do Ceará e deu um salto na carreira. Quando recebeu a proposta do São Paulo, sabia que era sua grande oportunidade?

Osvaldo - É uma oportunidade única poder chegar a um grande clube. Procurei manter o foco, fazer meu trabalho. Com o Leão, eu não tive tantas oportunidades. Mas as coisas mudaram com a chegada do Ney Franco. Tive a oportunidade de entrar e agarrei. O Ney foi o cara que me deu todo o apoio, mudou o esquema para que eu pudesse jogar. Tudo deu certo.

É nítido que você sente mágoa do Leão...

Eu sou um cara de grupo e sempre vou respeitar os treinadores. Mas é claro que fica um pouco de mágoa. O problema é que eu não fui testado, não tive oportunidades para mostrar meu potencial.

O que o Ney Franco mudou no São Paulo para que possibilitasse o seu crescimento?

Ele botou o Lucas aberto de um lado (direito) e eu do outro (esquerdo), fazendo uma função que hoje é muito difícil no futebol. Tenho de atacar e marcar. Nos primeiros jogos, tive muita dificuldade. Sofri porque não tinha força e precisava marcar. Mas com o decorrer do trabalho, eu e o (lateral-esquerdo) Cortez nos entrosamos. Com o passar dos jogos, o time foi crescendo.

Você evoluiu tanto que despertou o interesse do Roma, da Itália. O que dá falar sobre essa negociação?

Não depende só de mim. Negociações eu deixo com meu empresário. Eu procuro fazer o meu trabalho. É inevitável que, quando você atua bem em um grande clube como o São Paulo, acabe despertando interesse de clubes da Europa. Mas quero continuar aqui. Tenho meu objetivo de vestir a camisa da Seleção. Um dia, espero ser reconhecido mundialmente.

Você vai jogar sua primeira Taça Libertadores. Como está a sua expectativa?

Não muda muita coisa em comparação com as características da Copa Sul-Americana. São campeonatos parecidos. Na Libertadores, existem equipes de mais tradição, mas estaremos prontos. A experiência na Sul-Americana nos deu uma boa adaptação. Será um torneio muito difícil. Tem Atlético-MG, Fluminense, Corinthians, Palmeiras, grandes equipes do futebol brasileiro. Espero que o São Paulo possa vir forte também para buscar esse titulo.

Osvaldo comemora gol do São Paulo contra o Tigre, AP (Foto: Agência AP)Osvaldo comemora gol do São Paulo contra o Tigre, o mais importante de sua carreira (Foto: Agência AP)

Você acredita que sua responsabilidade aumenta com a saída do Lucas (vendido para o PSG, da França)?

O Lucas é um cara que, apesar da pouca idade, é meu ídolo. É um cara espetacular fora de campo também. Vai fazer muita falta ao nosso grupo. Mas eu creio que, com a chegada de outras peças, poderemos encaixar o time novamente. Ele vai conquistar o mundo lá fora e todos aqui ficarão na torcida.

Você citou que Seleção está nos seus planos. Você se sente preparado hoje para isso?

Com certeza. O São Paulo é um clube de peso e eu estou podendo representar bem essa equipe. Espero que possa aparecer uma chance também na Seleção, com o novo comando. Quero estar preparado para qualquer situação que aperecer daqui pra frente.



Em cinco meses, Ney faz São Paulo renascer e afasta fantasma de Muricy

Dia 9 de julho de 2012. Depois de fazer um belo trabalho à frente das categorias de base da seleção brasileira, Ney Franco foi apresentado pelo São Paulo. Chegou com uma dura missão pela frente: colocar no eixo uma equipe que havia perdido o rumo com duas eliminações consecutivas, nas semifinais do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil. Emerson Leão, que tinha problemas de relacionamento com alguns atletas do elenco, havia acabado de ser demitido, e era preciso um homem capaz de provar que a ampla reformulação feita no início da temporada poderia dar certo. No início do ano, 13 jogadores foram mandados embora e outros nove chegaram.

Ney Franco São Paulo x Tigre (Foto: Thiago Bernardes / Estadão)Ney Franco à beira do campo na final da Sul-Americana (Foto: Thiago Bernardes / Estadão)

Cinco meses depois, pode-se dizer que o mineiro de Vargem Grande (MG) enterrou o fantasma de Muricy Ramalho, que havia sido o último técnico a ser campeão no São Paulo. Após a saída em 2009, cinco comandantes passaram pelo Morumbi e não tiveram sucesso: Ricardo Gomes, Sérgio Baresi, Paulo César Carpegiani, Adilson Batista e Emerson Leão.

Ney Franco, Náutico e São Paulo (Foto: Antônio Carneiro / Agência Estado)Ney Franco tem começo ruim, mas se recupera
(Foto: Antônio Carneiro / Agência Estado)

Ney Franco recebeu a seguinte mensagem do presidente Juvenal Juvêncio e dos seus comandados: teria carta branca para trabalhar, mas deveria conquistar uma vaga para a Taça Libertadores de 2013, fosse pelo Campeonato Brasileiro, fosse pela Copa Sul-Americana. O treinador alcançou o objetivo nas duas competições e acabou prevalecendo a conquista da competição continental. O início não foi nada fácil. Nas primeiras dez partidas, teve o pior desempenho de um técnico desde a saída de Mário Sérgio em 1998: quatro vitórias, um empate e cinco derrotas.

Aos poucos, ele começou a mexer na equipe. Trocou peças, mudou esquema tático, cobrou nova postura. Pediu comprometimento dos atletas. Entrou em ação a formação com três atacantes, com Osvaldo, que vinha sendo marginalizado por Leão, como grande novidade. Paulo Miranda deixou a zaga e virou lateral-direito para melhorar o poder de marcação de um time extremamente ofensivo. A equipe se acertou, engrenou uma sequência de vitórias e a vaga na Libertadores, que parecia ser utopia, tornou-se um sonho possível. Com fala mansa, conseguiu fechar o elenco, formando uma família. O resultado pôde ser verificado em campo.

Atirando com força máxima nas duas competições, Ney Franco viu o São Paulo passar por seus adversários. Na Copa Sul-Americana, com duas grandes atuações, acabou com a pose da campeã La U. No Brasileiro, após dezenas de rodadas de perseguição, colocou a equipe no G-4. A partir daí, foi só manter o que estava certo e comemorar. O inédito título da Sul-Americana chegou para coroar um trabalho iniciado às pressas, mas que foi feito com muita qualidade.

MONTAGEM São Paulo treinadores - Ricardo GOmes, sérgio baresi, Carpegiani, Adilson Batista e Leão (Foto: Editoria de arte / Globoesporte.com)Ricardo Gomes, Sérgio Baresi, Carpegiani, Adilson Batista e Leão fracasaram depois de Muricy,
até que Ney Franco chegou e deu jeito na casa tricolor... (Montagem / Globoesporte.com)

O estilo paizão não o impediu de agir com pulso firme quando necessário. Não hesitou em cortar as asas do goleiro e campeão Rogério Ceni quando o camisa 1 reclamou de uma alteração durante a partida contra a LDU de Loja, pela Copa Sul-Americana. Pegou pesado com Luis Fabiano, expulso infantilmente no jogo contra o Tigre disputado em La Bombonera. Em outras ocasiões, rebateu publicamente as críticas feitas por Cícero e Casemiro, que manifestaram descontentamento com a reserva.

A festa do título não tira o foco do campeão, que pede reforços para que o Tricolor possa manter o alto nível em 2013.

– Estamos no caminho certo. Não tenho dúvida de que vamos brigar com os rivais no ano que vem. O importante é que o São Paulo voltou ao lugar que merece – finalizou.

Clique e assista a mais vídeos do São Paulo



Comentaristas: recorde de técnicos mantidos mostra mudança no Brasil

Técnicos mantidos na Série A
Clube Técnico
Atlético-MG Cuca
Botafogo Oswaldo de Oliveira
Corinthians Tite
Cruzeiro Celso Roth
Fluminense Abel Braga
Grêmio Vanderlei Luxemburgo
Náutico Alexandre Gallo
Portuguesa Geninho
Santos Muricy Ramalho

No Campeonato Brasileiro de 2012, nove clubes mantiveram seus treinadores durante toda a competição. O número representa um recorde de permanência de técnicos. Para os convidados do , esta marca representa uma mudança na mentalidade dos dirigentes brasileiros. No entanto, os comentaristas concordam que a nova atitude não é seguida por todos os clubes.

- Está melhorando, mas ainda não é o ideal. O treinador ainda paga muita conta no Brasil. Alguns clubes melhoraram, mas nem todos. É um processo que está no começo ainda. Os dirigentes brasileiros ainda não têm a mesma mentalidade do time europeu. Na década de 1970, alguns times tinham seis técnicos por ano. Hoje, os que trocam mais têm uma média está entre dois ou três técnicos. O número está melhorando, mas ainda não dá para comemorar - disse Lédio Carmona.

O comentarista Dani Monti lembra que as equipes que todos os rebaixados para a Série B trocaram de técnico durante o Brasileirão.

- Isso faz parte de um começo de uma ideia diferente. Os treinadores estão com mais tempo para desenvolver seus conceitos. Esse é o caminho certo. Neste ano, só o Bahia teve três treinadores e conseguiu se salvar.

Para o comentarista André Loffredo, além de melhores resultados em campo, os dirigentes também perceberam que a manutenção dos técnicos significa mais dinheiro nos cofres.

- Os dirigentes estão percebendo que, se ficarem demitindo técnicos, vão acabar o ano pagando três, quatro treinadores ao mesmo tempo. Esse entendimento de não complicar as finanças ainda mais virou um fator a mais para manter os treinadores.

Tite: exemplo ideal da manutenção

Tite no treino do Corinthians Mundial (Foto: EFE)Tite: após eliminação em 2011, ganhou o Brasileiro
e a Libertadores (Foto: EFE)

Para o comentarista André Loffredo, os dirigentes devem avaliar também o trabalho do técnico, e não apenas o resultado. O jornalista lembrou o caso de Tite. Após o Corinthians ser eliminado pelo Tolima na fase preliminar da Libertadores de 2011, a equipe se recuperou, conquistando o Brasileiro naquele ano e a principal competição sul-americana na sequência.

- A melhor história que nós temos é a do Tite. Quando o Corinthians perdeu para o Tolima, a coisa mais normal seria a demissão do Tite. Mas a directoria acreditou nele, o trabalho foi mantido e a derrota se transformou no título brasileiro e na Libertadores. O dirigente precisa acompanhar o dia-a-dia e, se ele acreditar que o trabalho é bem feito, o técnico precisa ser mantido, pelo menos, por um ano.

Hora certa de mudar é agora

No entanto, para André Loffredo, se a diretoria acreditar que o trabalho do técnico não foi bem feito, a hora certa para mudanças é no fim do ano. Em dezembro, um novo treinador teria tempo de escolher o seu elenco e começar a pré-temporada já com os jogadores que pretende utilizar.

- Quando termina o ano, é normal que se faça uma avaliação e agora existe um tempo maior para as mudanças. É um bom período para um replanejamento. Vários fatores precisam ser. Se tiver que fazer uma mudança, agora é o período ideal. O novo treinador já tem tempo para montar um novo elenco, ao lado dos dirigentes, e começar a pré-temporada pronto como os outros clubes.

Regra da Itália funcionaria no Brasil

O comentarista Dani Monti lembra que, no Campeonato Italiano, um técnico não pode trocar de clube dentro de uma mesma divisão. Com isso, se um treinador for demitido, não poderá assumir um adversário direto. Além disso, os desempregados têm mais chance.

- Acho um sistema ótimo, porque dá possibilidade de os treinadores desempregados encontrarem uma oportunidado. Além disso, proíbe a troca. A Ponte Preta estava fazendo um campeonato tranquilo até que o Gilson Kleina rompeu o contrato e foi para o Palmeiras. A Ponte sentiu a saída do técnico, perdeu quatro jogos seguidos e ficou ameaçada. O Gilson Kleina, do outro lado, também não evitou a queda do Palmeiras. Foi ruim para os dois. Isso, para mim, não existe. O treinador não pode acordar em outro time.

Gilson Kleina Fluminense x Palmeiras (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Gilson Kleina fazia boa campanha na Ponte e caiu com o Palmeiras (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)



Diretor da Juventus promete posição oficial sobre Lúcio nesta segunda

Igor Siqueira - 16/12/2012 - 16:50 Rio de Janeiro (RJ)

Lucio - Juventus (Foto: Jonathan Nackstrand/AFP)
Lucio não emplacou na Juventus (Foto: Jonathan Nackstrand/AFP)

Responsável pelas negociações da Juventus, o diretor esportivo do clube italiano, Giuseppe Marotta, prometeu uma posição nesta segunda-feira sobre o futuro do zagueiro brasileiro Lúcio, que está bem perto de deixar a Velha Senhora. A imprensa italiana já dá como certo o adeus, informando até que o jogador - que está negociando com o São Paulo - devolveu para o clube o carro que lhe foi dado na chegada a Turim.

- Lúcio tem mesmo a vontade de voltar ao Brasil e vamos falar amanhã (segunda-feira) sobre a saída dele. Não posso dizer para onde ele vai, nenhum clube nos procurou - disse o dirigente ao LANCE!Net.

Apesar de Lúcio ter atuado pouco nesta temporada pelo time de Antonio Conte - quatro partidas - Marotta fez questão de elogiar a postura do zagueiro campeão do mundo em 2002 com a Seleção Brasileira.

- Lécio se comportou bem enquanto esteve conosco e foi um prazer tê-lo aqui - afirmou, em tom de despedida.

Com a saída de Lúcio encaminhada, resta saber se o acerto com o Tricolor vai realmente se concretizar.