segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Apalavrado com Wallyson, Juvenal promete gastar para repor Lucas

Depois de confirmar as contratações de Negueba, Aloísio e Lúcio, além do acerto com o zagueiro Breno, que reforça a equipe assim que for libertado da prisão, na Alemanha, o presidente são-paulino Juvenal Juvêncio garantiu que o São Paulo está apalavrado com seu quinto reforço para 2013. O atacante Wallyson, do Cruzeiro, deve ter sua situação definida até o final da semana, quando seu empresário, o argentino Gustavo Arribas, retorna ao País para finalizar o acordo.

Segundo o presidente do Tricolor, só falta a assinatura de contrato com o atacante de 24 anos, em final de empréstimo com o Cruzeiro, que desejava a renovação, mas precisará apontar para novos rumos. Vinculado ao Deportivo Maldonado, clube de empresários do Uruguai, Wallyson deve ser emprestado por uma temporada ao clube paulista, sem valor fixado. Artilheiro da Copa Libertadores de 2011 pelo Cruzeiro, o jogador foi revelado nas categorias de base do ABC-RN e também já vestiu a camisa do Atlético-PR antes de chegar ao time de Belo Horizonte.

Apesar das contratações de Wallyson e de Negueba, que chega para um ano de empréstimo cedido pelo Flamengo, o São Paulo deve continuar buscando um jogador de velocidade para o ataque. O objetivo da diretoria é investir em um "grande nome" para repor a perda de Lucas, vendido ao Paris Saint-Germain, da França, por R$ 108 milhões. A ideia é contratar um ‘genérico’ para o setor.

"Esse ano não vai ter mais contratações, só em janeiro. Mas posso garantir que faremos um investimento, pois precisa ser um grande jogador para ocupar a vaga do Lucas. Não para substituí-lo, pois igual não se acha, mas temos que achar um paralelo", confirmou Juvenal, à Rádio Bandeirantes. Nomes como os de Robinho, do Milan, e Nilmar, do Villarreal, foram descartados pelo presidente do São Paulo.



Fim de jejum de títulos do São Paulo é presente de Natal para Jadson

Quatro anos depois de conquistar o hexacampeonato brasileiro sem um jogador vestindo sua camisa 10, o São Paulo teve em Jadson a grande esperança na armação de jogadas para 2012, ano em que faturou pela primeira vez a Copa Sul-americana. Com sentimento de dever cumprido, o meio-campista acredita que a responsabilidade recebida na chegada ao Tricolor, quando recebeu a 10 das mãos do ídolo Raí, também foi superada.

Na expectativa de mais conquistas em 2013, quando a equipe disputa sete competições, incluindo a Copa Libertadores, após dois anos sem participar do principal torneio continental, Jadson voltou ao Brasil após sete temporadas na Ucrânia. O próprio meio-campista admite que o futebol no país do leste europeu não está no mais alto nível técnico, mas prefere enaltecer a condição de maior assistente do time brasileiro nesta temporada, com 17 passes, além de mais dez gols marcados.

"Foi um ano muito especial. Voltei ao Brasil, para a Seleção Brasileira, conquistei um título importante e ajudei a recolocar o São Paulo novamente no topo após quatro anos sem conquista. Estou muito feliz e com um sentimento de dever cumprido. Espero que 2013 seja ainda melhor e que consiga junto com meus companheiros conquistar ainda mais títulos", diz Jadson, fazendo uma retrospectiva da temporada em que voltou a ser convocado por Mano Menezes para a Seleção Brasileira.

Anunciado no dia 14 de janeiro por 4 milhões de euros (cerca de R$ 9 milhões) em negociação que se arrastou desde o final da temporada anterior, Jadson teve apresentação de gala e vestiu a camisa 10 com responsabilidade de orquestrar a equipe em uma temporada de afirmação. Em 2008, último ano em que o São Paulo conquistou títulos, o atacante Adriano vestiu a 10 nos primeiros seis meses, mas deixou a camisa vaga após retornar de empréstimo.

Reserva em apenas uma partida de 2012, por opção do então técnico Emerson Leão, Jadson ganhou um concorrente no final da temporada, quando a diretoria anunciou o ex-santista Paulo Henrique Ganso. Para a próxima temporada, o armador não pensa em concorrência, apenas em sequência: "Consegui atuar a maior parte da temporada mesmo voltando da Europa. Espero que ano que vem eu não fique fora de nenhum jogo".



Osvaldo participa de jogo festivo de Márcio Mossoró no interior do RN

O atacante Osvaldo, do São Paulo, foi a principal atração da pelada de fim de ano promovida pelos “irmãos Mossoró”, neste domingo. A partida foi realizada no campo da comunidade de Alto do Xerém, em Mossoró, a 285 quilômetros de Natal.

Osvaldo, do São Paulo, participou de pelada de confraternização em Mossoró (Foto: Cézar Alves/Cedida)Osvaldo, do São Paulo, participou de pelada de confraternização em Mossoró (Foto: Cézar Alves/Cedida)

Pelo lado dos “irmãos Mossoró”, a principal estrela é Márcio Mossoró, que defende o Braga, de Portugal. Também têm Marquinhos, ex-ABC e América-RN, e Zezinho, atual gerente de futebol do Baraúnas, além de Pedrinho, que vai vestir a camisa do Baraúnas no Campeonato Potiguar 2013.

Márcio Mossoró jogou com Osvaldo no Braga e fez o convite para o amigo participar da pelada. O atacante do São Paulo, que está de férias em Fortaleza, prontamente aceitou.

De férias em sua cidade natal, Márcio Mossoró comandou pelada de confraternização (Foto: Cézar Alves/Cedida)De férias em sua cidade natal, Márcio Mossoró comandou pelada (Foto: Cézar Alves/Cedida)

O jogo festivo teve ainda a participação de outros craques do passado, como Barata (ex-ABC), Leandro Sena (ex-América-RN) e Júnior Xavier (ex-Potiguar de Mossoró).



Comentarista alerta Grêmio sobre LDU e vê Palmeiras em grupo difícil

Luis Bolaños comemora gol da LDU - Guia da Libertadores (Foto: Reuters)LDU é desafio para o Grêmio, diz Loffredo
(Foto: Reuters)

O sorteio dos grupos da Taça Libertadores 2013, realizado na última sexta-feira, em Assunção, no Paraguai, colocou a altitude e confrontos nacionais como os principais desafios dos times brasileiros na competição. Grêmio e São Paulo estreiam na fase prévia, e enfrentarão LDU, do Equador, e Bolívar, da Bolívia, respectivamente. Na análise do comentarista André Loffredo, o compromisso dos gaúchos será mais difícil pelo fato de disputarem o primeiro jogo na casa dos adversários, em Quito, a 2.850 metros acima do nível do mar.

- São Paulo e Grêmio vão ter dificuldade por conta da altitude. Agora, em relação a adversário, o Grêmio tem um adversário mais tradicional e com mais qualidade técnica do que o do São Paulo. O Bolívar nós vimos que, quando não joga em La Paz, é um time com muitas limitações. A LDU costuma fazer o seu resultado em Quito e normalmente apresenta equipes mais qualificadas, embora este ano tenha tido dificuldades para conseguir a vaga, apenas no final - considerou.

O São Paulo, por outro lado, estreará na competição continental em casa, no Morumbi. Neste caso, Loffredo acredita que os paulistas poderão vencer facilmente no Brasil e, depois, manter o resultado na altitude de La Paz, a mais alta da Libertadores, a 3.660m. O comentarista relembrou a goleada do Santos sobre os bolivianos, em 2012, por 8 a 0, na Vila Belmiro, pela fase de oitavas de final da Libertadores.

A LDU costuma fazer o seu resultado em casa e depois administra. Essa é a dificuldade do Grêmio"

Loffredo

- Se fosse a combinação dos confrontos fosse o contrário, talvez fosse melhor para os times brasileiros. A LDU costuma fazer o seu resultado em casa e depois administra. Essa é a dificuldade do Grêmio. Contra o Bolívar, o Tricolor precisa de um grande resultado na primeira partida para depois se classificar mais facilmente. São Paulo não terá grandes dificuldades, mas o Grêmio terá de se esforçar bastante – opinou.

Loffredo ainda analisou os quatro dos oito grupos da Libertadores 2013 que contarão com brasileiros. Em sua visão, o Palmeiras encara uma certa dificuldade no Grupo 2, pelo histórico recente da equipe, rebaixada à Série B do Campeonato Brasileiro, e pelos rivais Libertad, do Paraguai, e Sporting Cristal, do Peru. O conjunto do Boca Juniors, ao lado de Toluca (México), Barcelona de Guayaquil (Equador) e Nacional (Uruguai), é o mais equilibrado, segundo o comentarista.

Grupo 8: Fluminense, Huachipato (Chile), Caracas (Venezuela) e vencedor de Grêmio x LDU

- O Huachipato não é um time tradicional, mas é o atual campeão chileno, fez boa campanha. O Caracas não costuma dar trabalho. Fluminense e Grêmio, caso este passe, são os grandes favoritos do grupo. Caso a LDU se classifique será uma grande dificuldade para o Flu pelo histórico. O torcedor do Fluminense não gostaria de ter os equatorianos pela frente em nenhuma fase da competição.

Grupo 5: Corinthians, Tijuana (México), San José (Bolívia) e Millonarios (Colômbia)

- O grupo do Corinthians parece fácil, mas tem duas grandes difículdades pelo jogo em altitude, contra o Millonarios, em Bogotá, e contra o São José, que deve ser em La Paz, pelo fato de Oruro não ter um aeroporto a pelo menos 100km de distância de seu estádio. Tem também a longa viagem a Tijuana, no México. Além de enfrentar a maior altitude da Libertadores, enfrenta também a maior viagem. Tecnicamente não são equipes com grandes qualidades técnicas. O Millonarios talvez seja o melhor pelo mostrado na Sul-Americana.

Grupo 2: Palmeiras, Sporting Cristal (Peru), Libertad (Paraguai) e vencedor de Tigre x Deportivo Anzoátegui

- O Palmeiras está um grupo que apresenta dificuldades, até porque deve ser teoricamente a equipe mais frágil do futebol brasileiro na competição, por ter sido rebaixada. Libertad costuma apresentar um bom time. O Sporting Cristal tem uma certa tradição. O Verdão enfrenta o vencedor de Tigre e Anzoátegui. O Tigre mostrou na Copa Sul-Americana que não é uma grande equipe, mas que dá trabalho pela maneira violenta que joga. É um grupo que requer uma atenção maior, não é fácil.

Grupo 3: Atlético-MG, The Strongest (Bolívia), Arsenal de Sarandí (Argentina) e vencedor de São Paulo x Bolívar

- O Galo tem o risco de poder enfrentar o São Paulo, um confronto que apresenta risco para os dois lados caso se concretize. Tem a altitude do The Strongest e a qualidade do Arsenal de Sarandí, que, apesar de ter ficado em sétimo no campeonato argentino desse ano, tem jogadores interessantes.

Grupo 1: Boca Juniors, Toluca (México), Barcelona de Guayaquil (Equador) e Nacional (Uruguai)

- O grupo do Boca, pela viagem para o México, contra o Toluca, e por ter o Nacional, um adversário tradicional e forte, e o Barcelona de Guayaquil, é o mais equilibrado. Não digo que é o grupo da morte não. O Boca, hoje, mete mais medo pela tradição do que pela qualidade técnica, é um bom time, mas não excepecional. É um grupo com mais equlibrio.

Veja todos os oito grupos da Libertadores 2013



São Paulo busca substituto de Lucas 'paralelo' no mercado do exterior

Juvenal Juvêncio São Paulo (Foto: divulgação / vipcomm)Juvenal Juvêncio diz que procura começou há 
quatro meses (Foto: Divulgação / Vipcomm)

O São Paulo busca um jogador para ocupar o posto do meia-atacante Lucas, vendido ao Paris Saint Germain, da França. O clube quer alguém que dê não apenas retorno técnico, mas que possa causar impacto, ou um “grande jogador”, nas palavras do presidente Juvenal Juvêncio. O cartola só deixa claro que não se trata de um substituto para o ídolo tricolor, que considera inigualável, mas uma boa solução “paralela”.

Segundo o dirigente, a busca começou há quatro meses, desde que a saída de Lucas foi confirmada. Ele explica que o reforço virá do exterior, mas se recusa a comentar nomes.

- Faremos um investimento, pois precisa ser um grande jogador para ocupar a vaga do Lucas. Não para substituí-lo, pois igual não se acha. Temos de achar um paralelo – explicou Juvenal, em entrevista à rádio “Bandeirantes”.

Juvenal evita comentar nomes porque acha que isso pode atrapalhar e até encerrar as negociações, mas garantiu que Robinho, do Milan, e Nilmar, do Al-Rayyan, do Qatar, não estão nos planos.

- Não vou dizer que o Robinho não interessa porque poderiam dizer que estou menosprezando. É um grande jogador, mas não está no nosso índex. Já o Nilmar esteve no nosso visor em outras oportunidades. Agora, não.

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Retrospectiva 2012 - Copa do Brasil: Palmeiras é campeão invicto

O Palmeiras teve um 2012 de contrastes. Primeiro conquistou a Copa do Brasil, mas viu toda a felicidade por conquistar um título nacional após 12 anos ir por água abaixo com o rebaixamento para a Série B. Mas a retrospectiva é sobre a conquista da Copa do Brasil, que veio de forma invicta. Ainda sob o comando do técnico Luiz Felipe Scolari, a equipe alviverde iniciou sua caminhada no torneio eliminando o Coruripe-AL em dois jogos (1 a 0 e 3 a 0).

Depois da “bronca” de Scolari, que queria maior tempo de preparação entre um jogo e outro, o Palmeiras eliminou a partida de volta ao bater o Horizonte-CE por 3 a 1.

Com a confiança em alta, o Palmeiras entrou nas oitavas de final e não tomou conhecimento do Paraná e com duas vitórias, (2 a 1 e 4 a 0), eliminou o primeiro rival paranaense que o time enfrentaria na competição.

Nas quartas de final, o Alviverde encontrou o Atlético-PR. No jogo de Curitiba, um empate em 2 a 2. Na partida de volta, um 2 a 0 categórico classificou o Palmeiras para as semifinais da Copa do Brasil.

Enfim, o time pegou uma equipe da primeira divisão. O adversário era o Grêmio e o primeiro jogo, em Porto Alegre. Scolari brilhou com uma cartada de mestre, ao colocar o zagueiro Henrique como volante, anulando o setor de criação gremista. A partida ficou travada até o fim, quando Mazinho abriu o placar. Nos acréscimos, Barcos sacramentou a vitória paulista.

Do outro lado da chave. São Paulo e Coritiba faziam uma eliminatória emocionante. No Morumbi, o Tricolor venceu, mas não fez mais do que a contagem mínima.

Na partida de volta, o 1 a 0 alcançado na capital paulista foi insuficiente. O time paranaense venceu por 2 a 0 e assim carimbou sua passagem para a final da Copa do Brasil pelo segundo ano consecutivo.

A decisão seria um confronto de alviverdes. No segundo jogo, o Palmeiras repetiu a estratégia, “travou” o Grêmio, empatou por 1 a 1 e garantiu seu lugar na final.

Palmeiras campeão da Copa do Brasil (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Jogadores do Palmeiras comemoram título da Copa do Brasil (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

O primeiro jogo decisivo, na Arena Barueri, no dia 5 de maio, começou surpreendente. O Coxa partiu para cima e dominou o jogo por pelo menos meia hora. Mas a equipe paranaense pecou nas finalizações e não matou a partida. No fim do primeiro tempo, Betinho foi derrubado na área. Pênalti que Valdivia bateu para abrir o placar. Na etapa final, Thiago Heleno cabeceou e deu números finais ao jogo.

A partida de volta começou com muita tensão. O Coritiba precisava reverter o placar da ida. Mas a forte chuva que caiu naquele dia 11 de maio, encharcou o gramado e prejudicava quem tinha que sair para o jogo e criar oportunidades. Mesmo assim, na etapa final, a torcida presente no Couto Pereira se animou quando Ayrton, de falta, abriu o placar para os donos da casa.

Só que a esperança não demorou a acabar. E um herói inesperado apareceu. O Palmeiras lançou mão de sua arma mais “mortal” em toda a temporada: as bolas paradas de Marcos Assunção. Betinho, que já havia sofrido o pênalti no jogo em São Paulo, cabeceou levantamento do camisa 20 e empatou o jogo, dando um título nacional ao time paulista após 12 anos.
  



Ney Franco mostra respeito pelo Bolívar, mas confia na classificação

Ney Franco (Foto: João Pires / VIPCOMM)Ney Franco (Foto: João Pires / VIPCOMM)

Para manter vivo o sonho do tetracampeonato da Taça Libertadores da América, o São Paulo terá de passar pelo Bolívar e pela altitude de La Paz, capital boliviana, no final de janeiro. A Confederação Sul-Americana de Futebol ainda não confirmou, mas a tendência é que as partidas sejam realizadas no Morumbi, no dia 23 de janeiro, e no estádio Hernando Siles, na Bolívia, uma semana depois. De férias, o técnico Ney Franco decide os últimos detalhes da preparação da equipe na pré-temporada, que será realizada no CT de Cotia.

Os atletas vão se reapresentar no dia 3 de janeiro. Com apenas 20 dias para treinamentos, a tendência é que a equipe principal seja preservada para o duelo sul-americano. Com isso, um time misto, formado por reservas e atletas revelados nas categorias de base, deverá estrear no Campeonato Paulista. O primeiro jogo está marcado para o dia 19, contra o Mirassol, no Morumbi. Essa situação preocupa o técnico Ney Franco.

- Já tínhamos uma programação definida e agora, sabendo quem será nosso adversário, fica mais fácil trabalhar. Temos de fazer uma boa preparação para minimizar o pouco tempo de pré-temporada e os efeitos da altitude, principalmente porque os atletas não estarão na sua plenitude física. Quem que ser campeão, tem de passar por cima de tudo – afirmou o treinador, em entrevista ao site oficial do Tricolor.

O comandante são-paulino mostrou respeito pelo Bolívar, mas deixou claro que confia na classificação.

- Enfrentaremos um time tradicional, de qualidade e que está acostumado a jogar a Libertadores, o que pesa bastante. Respeitamos o Bolívar e sabemos que serão dois confrontos difíceis, mas tenho confiança de que o São Paulo tem tudo para fazer bons jogos e seguir para a segunda fase – ressaltou.

Caso passe pela Pré-Libertadores, o Tricolor ficará no grupo 5 do torneio sul-americano, ao lado de Atlético-MG, The Strongest (Bolívia) e Arsenal (Argentina). A estreia na fase de grupos seria contra o Galo, em Belo Horizonte.

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